Estrangeiros detêm mais de 70 porcento das padarias em Luanda

No acto, o Presidente da Associação dos Industriais de Panificação e Pastelaria de Angola,

Angola
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O presidente da Associação dos Industriais de Panificação e Pastelaria de Angola (AIPPA), Gilberto Simão, disse, em Luanda, que mais de 70 porcento das micro, pequenas e médias empresas de panificação e pastelaria, na capital do país, estão sob tutela de

investidores estrangeiros.O responsável, que falava no acto de empossamento do núcleo provincial de Luanda da AIPPA, afirmou que grande parte destes estrangeiros estão em situação ilegal no país, não cumprem com as obrigações fiscais e não respeitam as condições higiénicas exigidas.

Gilberto Simão disse que muito deles excedem o horário de trabalho, comem e dormem nos locais de serviço, gozam de grande poder financeiro e monopolizam a importação da matéria-prima, farinha de trigo. Foi mais longe, dizendo que esta classe de empresários está protegida e é apoiada por outros estrangeiros que monopolizam a importação da farinha de trigo, facto que resulta na escassez desse produto fora desse circuito.

No acto, o Presidente da Associação dos Industriais de Panificação e Pastelaria de Angola, empossou os membros dos órgãos sociais da respectiva associação. Da lista dos empossados estão José Moreno (ao cargo de presidente da Assembleia Geral), Severina Coelho (vice-presidente da Assembleia Geral) e Gaspar Esteves (vogal).

Também tomaram posse Francisco Viana (presidente de direcção), Miguel Sebastião (secretario geral), Óscar de Melo (tesoureiro) e Carlos Santos (vogal de direcção). Para membros do Conselho Fiscal, o presidente Gilberto Simão empossou Paulo da Costa (presidente), José Vunge (vagal) e António José Pinto (vogal). A Associação dos Industriais de Panificação e Pastelaria de Angola é uma colectividade de âmbito nacional e de utilidade pública. Foi criada a menos de um ano.

 

 

 

 

 

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