11,3 biliões ou triliões de kwanzas? A nova designação métrica do OGE é ainda pouco conhecida

11,3 biliões ou triliões de kwanzas? A nova designação métrica do OGE é ainda pouco conhecida

Angola
Typography
  • TPL_TYPO_TOOL_SMALLER TPL_TYPO_TOOL_SMALL TPL_TYPO_TOOL_MEDIUM TPL_TYPO_TOOL_BIG TPL_TYPO_TOOL_BIGGER
  • TPL_TYPO_TOOL_DEFAULT TPL_TYPO_TOOL_HELVERICA TPL_TYPO_TOOL_SEGOE TPL_TYPO_TOOL_GEORGIA TPL_TYPO_TOOL_TIMES

O Orçamento Geral do Estado (OGE) para o próximo ano (2019) já está no Parlamento desde 31 de Outubro, numa estrita observação da Lei. A proposta do Executivo foi entregue pelo ministro de Estado e da Coordenação Económica e Social, Manuel Nunes

Júnior.
As expectativas são muitas em torno do OGE, que deverá ser aprovado na generalidade até 15 de Dezembro deste ano pelos deputados à Assembleia Nacional e vigorar a partir de 1 de Janeiro de 2019. Entre os avanços e recuos que o documento apresenta, a métrica de cálculo é a que já chama a atenção das mais variadas sensibilidades.
A dúvida reside se a estimativa de receita e despesas fixadas está em 11,2 biliões ou triliões de kwanzas, até porque em 2018, no OGE ainda em execução, fora calculada a métrica de 9,6 triliões de kwanzas.
O professor de economia e também ele director do Instituto de Formação de Finanças Públicas (INFORFIP), Paulo Ringote, explicou ao Economia & Finanças (JE) que trata-se de uma questão de reafirmação da métrica romana-latina.
Nesse caso, erradamente em anos anteriores foram usadas as expressões triliões quando na verdade trata-se de biliões.
O economista Rui Malaquias, por seu lado, disse que a utilização da expressão triliões, que vem sendo usada até aqui é correcta. Trata-se de uma nomenclataura anglo-saxónica (Refere-se aos países das Américas que tem como principal idioma o inglês e que também possuam laços históricos, étnicos, linguísticos e culturais com o Reino Unido).
Num artigo de opinião neste jornal, o jornalista Pedro Peterson explicou o que em trechos recuperámos sobre esse assunto: em Matemática, estudamos que existem uma infinidade de ordens e classes de números inteiros. Assim, existe a 1ª classe que é das unidades, composta por três ordens: a iniciar com a ordem zero, que é a da unidade (1), a primeira ordem que é das dezenas (10) e a segunda das centenas (100).
A segunda classe é a dos milhares, igualmente com três ordens: onde a terceira é das unidades de milhar (1000), a quarta das dezenas de milhar (10.000), e a quinta, das centenas de milhar (100.000). A terceira classe também com três ordens, onde a sexta é das unidades de milhões (1.000.000), a sétima das dezenas de milhões (10.000.000), a oitava das centenas de milhões (100.000.000). Encontramos ainda as ordens superiores que são as dos milhares de milhão, biliões, triliões, assim sucessivamente.

 

Fonte:da Redação e Por angonoticias.com
Reditado para:Noticias do Stop 2018