Start-up chinesa perde mais de 200 mil bicicletas

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Tal como acontece em toda a Europa, também na China abundam as empresas de aluguer de bicicletas “dockless” – bicicletas com um sistema de bloqueio integrado.


E tal como na Europa, também a sorte destas bicicletas tem sido igual. Muitas acabam vandalizadas ou roubadas. A Mobike (agora chamada de Meituan Bike) reportou que mais de 200 mil bicicletas foram dadas como roubadas ou vandalizadas.
Num post publicado no blog da empresa a 27 de Dezembro, a marca declarou ter perdido 205,600 bicicletas devido a furtos e vandalismo. A empresa era uma das líderes no negócio das bicicletas “dockless”. Por todo o mundo surgiram opções de aluguer de bicicletas semelhantes: o utilizador instala uma aplicação no telemóvel, associa um cartão de crédito, procura uma bicicleta da marca nas proximidades, desbloqueia-a, usa-a e depois deixa-a num local de recolha da marca ou em qualquer outro local.
Em Portugal já estão disponíveis as bicicletas da Uber e também há municípios que disponibilizam opções semelhantes.
Por todo o lado, também começaram a surgir os mesmos problemas: bicicletas espalhadas por todo o lado, deixadas sem grande cuidado e, por vezes, a dificultar acessos, bicicletas atiradas a rios, bicicletas vandalizadas e muitas roubadas.
Em Manchester, o vandalismo e roubo de bicicletas foi tão grave que forçaram a Mobike a retirar-se daquela cidade inglesa.
A Mobike usa um sistema de créditos que pune os maus utilizadores e compensa os bons. Os que quebram as regras têm de pagar taxas e alguns utilizadores podem mesmo ser proibidos de usar a aplicação ou reportados à polícia. Segundo publicado no blog da empresa, a policia de Beijing prendeu 2600 pessoas por crimes relacionados com roubo ou destruição de bicicletas.
Em Portugal, os maiores problemas parecem estar a ser causados pelas trotinetes eléctricas, pelas mesmas razões: serem deixadas em qualquer lado e impedirem a circulação normal. No caso das GIRA, as bicicletas que a EMEL disponibiliza na capital, as queixas são mais insólitas e… penosas: braços e pernas partidas.
Talvez um pouco de civismo da parte dos utilizadores resolvesse a maior parte destes problemas e facilitasse a vida a toda a gente: às empresas que disponibilizam este serviço e a quem sofre com as bicicletas espalhadas pelas ruas.
Já no caso dos braços partidos, se calhar o melhor é mesmo verificar os travões.


Fonte:da Redação e com MAISTECNOLOGIA
Reeditado para:Noticias do Stop 2020
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Fotografias:Getty Images/Reuters/EFE/AFP/Estadão

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