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Inteligência Artificial lê Retina e prevê risco de doenças em 60 segundos

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O software desenvolvido que usa IA pode ser usado para prever o risco de doença cardíaca de alguém em menos de um minuto, analisando as veias e artérias do olho. A nova pesquisa, publicada no British Journal of Ophthalmology, abre caminho para o desenvolvimento de exames cardiovasculares rápidos e baratos, se os resultados forem validados em futuros ensaios clínicos.

Estes exames permitiriam que os pacientes soubessem o seu risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco sem a necessidade de exames de sangue ou mesmo medições de pressão arterial.


“Esta ferramenta de Inteligência Artificial pode informar alguém em 60 segundos ou menos do seu nível de risco”, disse a principal autora do estudo, Alicja Rudnicka. O estudo descobriu que as previsões eram tão precisas quanto as já produzidas pelos testes atuais.

 

O software funciona analisando a teia de vasos sanguíneos contidos na retina do olho. Ele mede a área total coberta por essas artérias e veias, bem como a sua largura. Todos esses fatores são afetados pela saúde do coração de um indivíduo, permitindo que o software faça previsões sobre o risco de doença cardíaca de um indivíduo.


“O estudo contribui para um crescente corpo de conhecimento de que o olho pode ser usado como uma janela para o resto do corpo”, disse Pearse Keane, pesquisador em oftalmologia e análise de IA. “Os médicos sabem há mais de cem anos que podem olhar nos olhos e ver sinais de diabetes e pressão alta.

Usar a IA para diagnosticar doenças a partir de exames oculares provou ser um dos campos de desenvolvimento mais rápido da medicina. O primeiro dispositivo de diagnóstico de IA aprovado pela FDA foi usado para rastrear as doenças oculares, e pesquisas indicam que a IA pode detectar uma série de doenças dessa maneira, desde retinopatia diabética até Alzheimer. As ferramentas que aplicam essas descobertas estão em vários estágios de desenvolvimento, mas permanecem várias questões sobre a confiabilidade e a universalidade dos seus diagnósticos.

Este estudo recente, realizado por uma equipa de St George’s, da Universidade de Londres, só foi testado em exames oculares de pacientes de cor branca. A equipa obteve os seus dados de teste do UK Biobank, um banco de dados que é 94,6% branco (refletindo a própria demografia do Reino Unido na faixa etária dos pacientes incluídos no BioBank). Teriam que ser equilibrados no futuro para garantir que qualquer ferramenta de diagnóstico seja igualmente precisa para as diferentes etnias.

O grande desafio, segundo Keane, é levar este tipo de trabalho para a clínica. Quem pode transformar esse tipo de pesquisa numa ferramenta de diagnóstico, ele pergunta, seria o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) ou uma empresa desmembrada da universidade? E que nível de desempenho os reguladores exigirão antes de aprovar o uso do software? São varias as perguntas que ainda ficam no ar, mas o avanço da medicina poderá trazer estas respostas.

 

 

 

 

Fonte:da Redação e da maistecnologia
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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