
a Direcção nacional da Criança, a Repartição de Planificação, o Departamento dos Recursos humanos e a Direcção Nacional do Género.
Na visita, o Chefe de Estado soube que, nos útimos dois anos, mais de um milhão e trezentas mil pessoas beneficiaram de assistência social.
Segundo o Chefe da repartição de planificação estatística no Instituto Nacional de Acção Social, Gito Mataba, o programa subsídio social básico abrangeu maior parte dos agregados familiares.
A directora Nacional do INAS, Luiza Cumba, explicou ao Chefe de Estado, a essência dos quatro programas de assistência social.
No âmbito desta visita, o Chefe de Estado orientou o conselho consultivo extraordinario do Ministério do Género, Crianca e Acção Social.
Filipe Nyusi, disse que os funcionários públicos devem ser inimigos da corrupção e chegarem a ponto de odearem este fenómeno.
Filipe Nyusi diz ter ficado preocupado com o que chamou de falta de noção de custos e pouca sensibilidade,dos responsaveis do Ministério do Género.
O Chefe de Estado reagia a contra dificultades encontradas, para se responder a uma questão por si colocada, em torno do orçamento do Infantário Primeiro de Maio, na cidade de Maputo.
Filipe Nyusi convidou a directora Nacional do INAS, Luiza Cumba, para tecer explicações, sobre as diferenças entre a sua instituição e a direcção nacional da Acção Social.
Nyusi questionou, a directora nacional do Género, Angelina Lubrino sobre o grau de satisfação dos grupos vulneráveis.
Durante a visita ao Ministério do Género, Criança e Acção Social o Chefe de Estado vistou diferentes direcções da instituição e o Infantário Primeiro de Maio.
Na ocasião, o Chefe de Estado recomendou o Ministério do Género, Criança e Acção Social, para fazer uma gestão criterioza e sustentável dos fundos alocados à instituição.
Nyusi chamou atenção para a necessidade de uma coordenação, relativamente às mensagens que se transmitem no âmbito da assistência social dos grupos vulneráveis.
Segundo o Presidente da República, o Ministério do Género deve fazer-se mais presente na vida das camadas vulneráveis, com destaque para crianças e mulheres.
Fonte:da Redação e Por RM
Reditado para:Noticias do Stop 2017
