Número de países que forçam jornalistas ao exílio duplica em 5 anos, segundo RSF

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No âmbito do Dia Mundial dos Refugiados, a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) apresentou um retrato preocupante da situação dos jornalistas que procuram proteção. Segundo o relatório, nos últimos cinco anos, 1468 profissionais da comunicação abandonaram as suas casas, cruzando mais de 60 países, movidos pelo medo de ameaças, prisões ou até de morte. O levantamento evidencia que a liberdade de imprensa continua a ser um bem frágil em várias regiões do mundo. Entre os fatores que alimentam este êxodo está a escalada de restrições à imprensa e de ataques contra jornalistas. O estudo mostra ainda a Turquia como um caso marcante: é descrita como rota de asilo para muitos profissionais e, simultaneamente, um país onde alguns jornalistas chegam a viver em exílio, refletindo as complexas dinâmicas de destino para quem reporta sob pressão. Este panorama reforça a urgente necessidade de proteção à liberdade de imprensa e de mecanismos internacionais que garantam segurança para quem investiga e informa. A RSF apela aos governos para que adotem medidas que salvaguardem jornalistas, assegurando rotas seguras e condições de trabalho que permitam a divulgação de factos sem medo. O relatório, apresentado a propósito do Dia Mundial dos Refugiados, chama ainda a atenção para a responsabilidade global na defesa de um jornalismo independente e plural.

Fonte: da Redação e da Euronews
Reeditado para: Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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