A Repórteres Sem Fronteiras (RSF) acusou o governo militar de Burkina Faso de recorrer a uma rede organizada de ciberactivistas para difundir propaganda oficial, lançar campanhas de desinformação e exercer intimidação contra jornalistas e outras vozes críticas. Na investigação recentemente publicada, a ONG revela a existência da chamada Brigada de Intervenção Rápida da Comunicação (BIR‑C), descrita como um organismo coordenado que inclui apoiantes do regime e, segundo a RSF, membros do próprio governo. A pesquisa da RSF indica que a BIR‑C teria sido criada para atuar nas plataformas digitais, produzindo conteúdos favoráveis ao poder, manipulando narrativas e atacando publicamente profissionais da imprensa que questionam as políticas do Estado. Entre as táticas apontadas estão a criação de contas falsas, a disseminação de notícias falsas e a orquestração de ataques coordenados nas redes sociais, com o objetivo de silenciar críticas e criar um clima de medo entre os jornalistas. A organização alerta que a utilização de uma “milícia digital” representa uma escalada nas estratégias de repressão, dificultando ainda mais o trabalho da imprensa livre em Burkina Faso. A RSF pede que a comunidade internacional, bem como as plataformas de mídia social, investiguem e adotem medidas para impedir a atuação desse tipo de estrutura, garantindo a segurança dos jornalistas e a livre circulação de informação no país.
Fonte: da Redação e da Rfi Reeditado para: Noticias do Stop 2026 Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS Material Informático - www.aplicloja.com Receba diariamente no Grupo STOPMZNWS poderá ler QRCOD Link do Grupo WhatsApp - https://chat.whatsapp.com/JUiYE4NxtOz6QUmPDBcBCF Qual Duvida pode enviar +258 827606348 ou E-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.313afed8d0