ONG registra 118 mortes em 5 dias de cessar-fogo na Síria

Síria: o balanço, atualizado ontem, inclui 42 mortes entre os grupos rebeldes e islamitas opositores e 25 combatentes das forças governamentais e de grupos pró-regime

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Esse balanço, atualizado ontem, inclui 42 mortes entre os grupos rebeldes e islamitas opositores e 25 combatentes das forças governamentais e de grupos pró-regime.

Essas pessoas morreram como consequência de explosões, combates, bombardeios e ataques com mísseis lançados pelas forças do regime e rebeldes, além das ofensivas dos caças governamentais.

De acordo com o Observatório, esses incidentes foram registrados na província mediterrânea de Latakia (norte) e nas periferias das cidades de Damasco, Aleppo (norte), Homs (oeste) e Deraa (sul).

O cessar-fogo não foi declarado em todo o território sírio, já que grupos como o jihadista Estado Islâmico e a Frente al Nusra rejeitaram a trégua nas zonas que se encontram sob seu controle.

A ONG indicou que 506 pessoas morreram durante o mesmo período nos territórios sob controle dos jihadistas (onde não há trégua), mais da metade deles combatentes do EI.

Com base nas informações do Observatório, essas pessoas morreram principalmente na províncias de Al Raqqa e Deir ez Zor, no leste e no norte do país, e na província meridional de Al Quneitra.

O cessar-fogo proposto por Estados Unidos e Rússia foi aceito pelo governo de Damasco e pela Comissão Suprema para as Negociações (CSN), principal aliança opositora, e entrou em vigor no dia 27 de fevereiro.

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, disse hoje que as hostilidades no país "caíram de forma considerável" e que, "em geral", o cessar-fogo se mantém. 

 

 

 

 

Fornecido por: EFE 2016 ( STOP )

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