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Reacções afluem depois da vitória de Macron nas presidenciais francesas

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A reeleição de Emmanuel Macron para um segundo mandato com um pouco mais de 58,8% dos votos face a le Pen que recolheu um pouco mais de 41,1% dos votos, foi globalmente acolhida com alívio tanto a nível interno como fora das fronteiras francesas.

À direita do espectro político francês, para além de le Pen que qualificou o seu resultado de «vitória retumbante» das ideias do seu partido e do outro candidato de extrema-direita, Eric Zemmour, que chegou a 7,3% dos votos na primeira volta e apelou hoje à "união do bloco nacional", a candidata conservadora Valérie Pécresse que obteve um pouco mais de 4% dos votos na primeira volta deu conta da sua preocupação perante o «resultado inédito» da extrema-direita nestas presidenciais.

À esquerda, a candidata socialista Anne Hidalgo que chegou aos 1,8% dos votos na primeira volta, apelou à «reconstrução de uma esquerda renovada» na perspectiva das legislativas de Junho. O candidato dos verdes, Yannick Jadot, que obteve um pouco mais de 4% dos votos no passado dia 10 de Abril, considerou que «se evitou o pior, mas o país está mais dividido do que nunca».

Mais à esquerda, o comunista Fabien roussel que obteve um pouco mais de 2% dos votos na primeira volta, apelou a um «acordo global» para as legislativas. No mesmo sentido, ao considerar que «Macron é o Presidente mais mal reeleito da V república», Jean-Luc Mélenchon que chegou em 3° lugar na primeira volta das presidenciais com um pouco mais de 21% dos votos, apelou a uma união da esquerda para ele ser eleito primeiro-ministro no próximo embate eleitoral.

A nível internacional, o tom é igualmente de alívio, nomeadamente em Portugal, cujo chefe do governo tinha apelado há dias os eleitores franceses a fazerem barragem a Marine le Pen numa tribuna no ‘Le Monde’ rubricada juntamente com o primeiro-ministro de Espanha e o chanceler alemão.

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa referiu ter enviado hoje um "abraço de felicitações muito caloroso" a Emmanuel Macron pela sua reeleição considerando que foi «uma vitória da União Europeia e contra a xenofobia».

Charles Michel, Presidente do Conselho Europeu, saudou a vitória do chefe de Estado reeleito."Neste período conturbado, precisamos de uma Europa forte e de uma França totalmente empenhada numa União Europeia mais soberana e mais estratégica” reagiu este responsável.

No mesmo sentido, Úrsula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia, também felicitou Emmanuel Macron e regozijou-se de “poder continuar a sua excelente cooperação”.

Ao dar conta da sua satisfação perante a vitória de Macron, o chanceler alemão Olaf Scholz, por sua vez, considerou que “os eleitores franceses enviaram uma mensagem de compromisso forte para com a Europa”.

Do outro lado da Mancha, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, felicitou o Presidente reeleito e recordou que “a França é um dos mais próximos e mais importantes aliados” do seu país.

Para seguir os resultados das presidenciais ao pormenor, cliquem aqui.

 


Fonte:da Redação e da rfi
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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