
O Kremlin confirmou esta manhã o início da retirada de tropas russas posicionadas há várias semanas perto da fronteira ucraniana. Moscovo fala de um “processo normal” e denuncia “a histeria” do ocidente sobre a suposta invasão iminente da Ucrânia pela Rússia.
"As unidades dos distritos militares do Sul e do Oeste, que cumpriram as suas tarefas, já começaram a embarcar em meios de transportes ferroviários e rodoviários e iniciarão hoje o retorno às bases", avançou o porta-voz do ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.
Também Dmitri Peskov, porta-voz do presidente russo, sublinha que “sempre dissemos que depois da conclusão dos exercícios, as tropas regressariam às suas bases de origem. É o que se está a passar, é o processo habitual”.
O Ocidente já se preparava para uma iminente operação militar e este anúncio é o primeiro sinal de um recuo de Moscovo na crise com a Ucrânia e os países ocidentais que dura desde o final do ano passado.
A retirada ocorreu antes da reunião marcada para esta terça-feira entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o chanceler alemão, Olaf Scholz.
O Governo ucraniano saudou a retirada das tropas e defendeu que a Ucrânia e o Ocidente conseguiram “evitar qualquer nova escalada por parte da Rússia”.
Para o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, citado pela agência AFP, “a situação permanece tensa, mas sob controlo”, todavia é necessário esperar para perceber as reais intenções russas.
Fonte:da Redação e da rfi
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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