Chanceler alemão promete sanções imediatas se Rússia invadir Ucrânia

Política
Typography
  • Smaller Small Medium Big Bigger
  • Default Helvetica Segoe Georgia Times
AplicLoja Windows 11 Pro

(15.02) para Moscovo.
Olaf Scholz, que assumiu a chefia do Governo alemão há apenas dois meses, vai encontrar-se com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e será recebido também em Moscovo pelo Presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Na véspera da partida, o chanceler de 63 anos disse que a sua intenção é "agarrar a oportunidade" para dialogar. "Vou à Ucrânia para falar com o Presidente Zelenskyy. Vou à Rússia depois de amanhã e falo com o Presidente Putin. Em ambos os casos, trata-se de explorar como podemos assegurar a paz na Europa. Parte disso é que compreendemos agora que esta é uma ameaça muito, muito séria à paz na Europa", declarou.
Sanções "imediatas" em caso de invasão
Scholz disse que as sanções ocidentais contra a Rússia entrariam em vigor "imediatamente" em caso de uma invasão da Ucrânia por Moscovo. "Em caso de um ataque militar contra a Ucrânia, que ameace a sua integridade territorial e a sua soberania, haverá respostas duras e sanções que preparámos cuidadosamente e que podemos tornar efetivas imediatamente, juntamente com os nossos aliados na Europa e na NATO", advertiu.

Na quinta-feira passada, Olaf Scholz alertou que a Rússia não deve subestimar a "união” e a "determinação" dos europeus, enquanto prosseguiam esforços diplomáticos intensos para evitar um conflito na Ucrânia.
Um dos pontos críticos para o chanceler tem sido o gasoduto Nord Stream 2, que liga a Rússia e a Alemanha e que poderá fazer parte de sanções em caso de invasão da Ucrânia. Inquirido sobre esta matéria, Scholz tem sido sempre por ser pouco assertivo.
Presidente alemão alerta Putin
Frank-Walter Steinmeier, reeleito no domingo (13.02) para um segundo mandato de cinco anos na Presidência alemã, já alertou o homólogo russo, Vladimir Putin, para o risco de guerra na Europa se invadir a Ucrânia.
"Estamos no meio de um risco de conflito militar, de uma guerra na Europa Oriental e é a Rússia que tem essa responsabilidade. Mas o povo de Leste tem direito a uma vida sem medo e sem ameaças, à autodeterminação e à soberania. Nenhum país do mundo tem o direito de destruir isso e, quem quer que o tente, nós responderemos de forma decisiva", sublinhou.
O reeleito Presidente alemão enviou na ocasião uma mensagem direta ao seu homólogo russo, Vladimir Putin para "não subestimar" a força da democracia: "A paz não pode ser considerada como um dado adquirido. Tem de ser trabalhada uma e outra vez. Em diálogo, mas é necessário também a clareza, a dissuasão e determinação. Tudo isto é necessário agora."

O discurso de Steinmeier vem na sequência do apelo feito pelo Governo alemão aos cidadãos alemães que se encontram em território ucraniano, aos quais recomendou este sábado (12.02) a saída do país.
O Ocidente acusa a Rússia de ter reunido dezenas de milhares de tropas junto à fronteira da Ucrânia para invadir novamente o país, depois de lhe ter anexado a península da Crimeia em 2014, e de apoiar, desde então, uma guerra separatista no Donbass (leste ucraniano).
A Rússia tem negado sempre essa intenção, mas condiciona o desanuviamento da crise a exigências que diz serem necessárias para garantir a sua segurança, incluindo garantias de que a Ucrânia nunca fará parte da NATO.

 

 

 

 

Fonte:da Redação e da dw
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
Material Informático - www.aplicloja.com
Receba diariamente no Grupo STOPMZNWS poderá ler QRCOD
Link do Grupo WhatsApp - https://chat.whatsapp.com/JUiYE4NxtOz6QUmPDBcBCF
Qual Duvida pode enviar +258 827606348 ou E-mail:Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Em criação o Aplicativo o APP que ira ver notícias diariamente em seu celular Fotografias:Getty Images/Reuters/EFE/AFP

AplicLoja Microsoft Office 2022 Pro Plus