EUA dizem estar preparados caso Rússia invada Ucrânia

Política
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que o país vizinho não entra na Aliança Atlântica e ganhe apoio de vários países, como por exemplo os EUA, que acreditam que a Rússia está a planear uma invasão à Ucrânia.

Jake Sullivan, Conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, admitiu numa conferência de imprensa que os EUA estão "preparados para continuar com a diplomacia" sobre a estabilidade no euro-atlântico, mas que estão "igualmente preparados" se a Rússia "escolher um caminho diferente".


A Rússia parece preferir um caminho diferente. O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia continua a não descartar a possibilidade de enviar recursos militares para Cuba e para a Venezuela caso a NATO não pare com as atividades militares de defesa à Ucrânia.

A Rússia insiste na mensagem de querer negociar. Uma negociação que para alguns especialistas não existe, como acredita Jamie Shea.

Em entrevista à Euronews, o antigo vice-secretário-geral adjunto da NATO diz que tudo depende da Rússia. "A bola está no lado de Putin.", diz Shea. Putin está, de acordo com Shea, a "maximizar exigências inaceitáveis para não encontrar nenhuma solução" e para "usar o fracasso das negociações como pretexto para invadir a Ucrânia.".

A Lituânia, que também faz fronteira com a Rússia, fala da maior ameaça de conflito desde a Segunda Guerra Mundial e já prepara vários cenários, incluindo o de confronto militar direto.

 

 


Fonte:da Redação e da euronews
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
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