
sofreu para ligar jogo e evitar alguns bons momentos de Djenepo e Traoré a partir das alas - para todos os efeitos, não se traduziram em remates à baliza.
A emoção estava, por isso, reservada para a segunda parte. Logo a abrir, uma mão na bola dentro da área de Skhiri motivou protestos dos tunisinos e um penálti convertido por Ibrahima Koné que deu a vantagem, de certa forma merecida, ao conjunto maliano. Com o golo sofrido, a Tunísia acordou. Khazri, principal craque, apareceu em ação e ameaçou através de um livre direto que promoveu um cabeceamento perigosíssimo no pontapé de canto seguinte.
Minutos depois, o VAR validou uma mão de Djenepo e Khazri, na conversão do penálti, permitiu a defesa a Mounkoro. Corajoso, o guarda-redes do Mali segurou uma vantagem preciosa a caminho de uma reta final inenarrável.
Ora, para além de se ter equivocado ao terminar a partida por volta dos 85 minutos, o árbitro do encontro, o zambiano Janny Sikazwe, voltou a deixar todos os intervenientes perplexos ao expulsar o recém-entrado El Bilal e a confirmar a decisão com o VAR... Com o jogador a caminho dos balneários.
Como se não bastasse, Sikazwe terminou oficialmente o jogo aos 89:50 sem uma justificação plausível e sob uma enorme onda de protestos da comitiva da Tunísia - teve mesmo de ser escoltado por um cordão de segurança.
Fonte:da Redação e da zerozero
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
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