
últimas acima mencionadas. Todas elas, ou pelo futebol praticado ou pela concorrência que ultrapassaram, surpreenderam ao chegar a este patamar. Olhe-se para o caso das Ilhas Comores, território de menos de 900 mil habitantes e o quarto mais pequeno do continente. Pela primeira vez na sua curta história, a 132ª classificada do ranking FIFA atingiu um feito tão maravilhoso como inédito, tendo em conta que disputou o primeiro encontro oficial ainda este século. Liderados por Amir Abdou, capitaneados por Nadjim Abdou e temidos pela qualidade de El Fardou Ben, do Estrela Vermelha, os Celacantos (um género de peixe raro) ficaram atrás do Egito no grupo de qualificação e à frente de Quénia e Togo (de Paulo Duarte). Nem o grupo da morte (Marrocos, Gabão e Gana) vai apagar algo tão especial. Por sua vez, a Gâmbia, de Yusupha (Boavista), também garantiu o apuramento contra todos os prognósticos: além de ter passado a ronda preliminar, terminou em primeiro lugar no grupo D com Gabão, República Democrática do Congo e Angola e surpreendeu a crítica mesmo sendo, a par das Ilhas Comores, outra das nações mais pequenas do continente africano. O belga Tom Sainfiet é experiente nestas andanças e, apesar de ter alcançado um feito memorável, não é uma figura consensual sobretudo pelo estilo de jogo implementado. Como se não bastasse, a Confederação Africana de Futebol (CAF) rejeitou o seu pedido para substituir vários jogadores na convocatória por problemas relacionados com Covid-19, lesões e restrições de viagens.
Fonte:da Redação e da zerozero
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
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