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Cidadãos devem regressar a casa depois de votarem

Angola
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O presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Manuel Pereira da Silva, chama a atenção dos partidos políticos e coligação de partidos políticos concorrentes às Eleições Gerais de 24 de Agosto a fazerem cumprir a Constituição República, a Lei Eleitoral e o Código de Conduta, no que diz respeito à forma de comunicação, evitando levar os eleitores para momentos extremos.





Manuel Pereira da Silva discursava ontem, em Luanda, na abertura do seminário sobre a cobertura eleitoral para as Eleições Gerais de 24 de Agosto, direccionado aos diferentes órgãos da Comunicação Social, públicos e privados, no sentido de dotá-los de conhecimentos sobre os objectivos das eleições, as diversas fases do processo eleitoral e o modo como cada eleitor vota.

Realçou que o presente ciclo de formação se realiza uma semana depois do início da campanha eleitoral. Por isso, apelou a todos os eleitores, que depois de procederem à votação, devem imediatamente regressar às suas residências.

"Se assim não o fizerem, estarão a contrariar uma norma da Lei Eleitoral. Os jornalistas devem ajudar-nos a transmitir que o eleitor não necessita de permanecer na Assembleia depois da votação”, aconselhou o presidente da CNE.

Reiterou que o eleitor, depois da votação, tem de regressar a casa e aguardar descansadamente, porque os resultados vão ser produzidos por um órgão que tem a permissão de coordenar, organizar, ordenar, conduzir e, mais do que isso, realizar o processo eleitoral de forma isenta, transparente e com lisura.

"Para o efeito, os jornalistas terão um papel muito importante na consciencialização dos nossos eleitores”, referiu o presidente da CNE.

Informou que foram chamados para ministrar este ciclo de formação comissários nacionais e especialistas designados para o efeito, a fim de se estabelecer com precisão e exactidão os conteúdos dos órgãos de comunicação social na cobertura eleitoral, assente essencialmente no papel da comunicação social nas fases pré-eleitoral, eleitoral e pós-eleitoral.

A acção de formação tem como objectivo estabelecer com precisão e exactidão o espaço de intervenção dos órgãos de comunicação social no processo eleitoral, garantir maior e melhor domínio dos conteúdos e conceitos em matéria eleitoral e estabelecer um relacionamento de parceria com os diferentes órgãos de comunicação social, com o fito de estimular o espírito de diálogo e intercâmbio sobre o papel da CNE e demais agentes eleitorais com base na legislação eleitoral. Participam na acção de formação 122 jornalistas.

As províncias de Benguela, Huambo e Huíla participam com cinco jornalistas cada e Luanda com 50. As demais províncias estão representadas com quatro jornalistas, provenientes dos diferentes órgãos de comunicação social, públicos e privados, e das agências nacionais e internacionais, para dotá-los de conhecimentos sobre os objectivos das eleições, as diversas fases do processo eleitoral e o modo como cada eleitor deve votar.

A formação está a ser realizada em coordenação com a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERCA), Sindicato dos Jornalistas e Comissão de Carteira e Ética. Estão a ser apresentados conteúdos sobre a CNE e os seus órgãos locais, os direitos e deveres dos órgãos de comunicação social à luz da legislação vigente, Ética e Deontologia Profissional e a Campanha de Educação Cívica Eleitoral.

 

 

 

Fonte:da Redação e da angonoticias
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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