
Recentemente, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) e a Autoridade Tributária de Moçambique envolveram-se numa polémica pública acerca da entrada de 3,7 toneladas de drogas no país. Enquanto o SERNIC aponta para possíveis falhas nas operações de controlo fronteiriço, a Autoridade Tributária defende a eficácia dos procedimentos de fiscalização realizados, atribuindo a responsabilidade a fatores externos e a possíveis redes criminosas. Esta divergência de versões acentua as dúvidas sobre o fortalecimento dos mecanismos de combate ao tráfico de drogas em Moçambique. A questão levanta preocupações sobre a necessidade de maior coordenação entre entidades para assegurar a segurança e o controle efectivo das fronteiras, sobretudo num momento em que o país enfrenta desafios crescentes na luta contra o narcotráfico. Os órgãos responsáveis deverão promover maior transparência e diálogo público para esclarecer os factos e reforçar a confiança na sua atuação perante a sociedade. A comunidade local fica aguardando esclarecimentos acerca do ocorrido, ciente da importância de medidas firmes contra o crime organizado. Aproveite para deixar o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade na sua província e participar no debate público.
Fonte: da Redação e Agências de Noticias
Reeditado para: Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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