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População prefere enfrentar terrorismo a abandonar terras

Niassa
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Cidadãos de Mecula, no Niassa, não querem abandonar as suas terras. Presidente de Moçambique pede que os habitantes fiquem nos locais atacados e garante que as Forças de Defesa e Segurança vão manter a paz na região.
O Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, deslocou-se à província de Niassa, de 20 a 21 de janeiro. Esteve também no distrito de Mecula, que tem sido alvo de ataques terroristas nos últimos meses.


O chefe de Estado, que falava para os deslocados e as Forças Defesas e Segurança estacionadas em Mecula, recordou ter alertado que os insurgentes poderiam invadir a província do Niassa.
Ainda assim apelou para a vigilância: "Os terroristas queimaram as vossas aldeias, antes virem para aqui, nós já chamávamos atenção porque os insurgentes recrutavam jovens dessas zonas para poderem matar pessoas em Cabo Delgado".
Nyusi pediu ainda à população que não abandone os locais atacados, cuja paz é garantida pelas Forças de Defesa e Segurança, para impedir que os insurgentes ocupem as áreas em questão.
Resilência para combater terrorismo
"Como população de Mecula, não podemos cruzar as mãos porque alguém nos atacou, matou e bateu. Temos que nos defender, e essa é que é atitude. A nossa preocupação não deve ser fugir de um lado para o outro", afirmou o Presidente.

Nyusi apelou à resiliência dos cidadãos. "Se toda a província do Niassa fugir quando houver problemas, este país vai ficar com quem? Essa atitude de abandonar deve ser o recurso final", frisou.
Os deslocados dos ataques terroristas não irão para o centro de reassentamento de Chimbonila, na localidade de Macassangir, providenciado pelo governo local.
Cidadãos concordam com Presidente
Os deslocados interpelados pela DW África concordam com o chefe de Estado e são unânimes em dizer que preferem permanecer nos seus locais de origem.
"Agora estamos muito felizes porque aquilo que o Presidente disse, para não sairmos aqui de Mecula, foi muito bom. Assim nós já sabemos que podemos contar com o apoio do Governo", afirma Paulo Tembe.
Aida Manuel reforça este pensamento. "Gostei muito de saber que iremos continuar aqui no nosso distrito, porque sair de Mecula implicaria muitas mudanças".
Samuel Cândido, deslocado, já só pensa em voltar. "A mensagem que vou deixar aqui é que só estou a pedir para nos ajudarem a voltar para casa", apela.

 

 

 

Fonte:da Redação e da DW
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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