
A linha parte de Serenje, província da Zambiana até Chipata, próximo da fronteira com o Malawi, local onde foi inaugurada uma ligação para Machinji.
A publicação britânica “Economist Intelligence Unit (EIU)” é citada pelo jornal “Noticias a revelar que as autoridades zambianas consideram esta infra-estrutura como um passo importante para a integração regional, bem como para impulsionar as relações comerciais entre os três países da Comunidade de Desenvolvimento da Africa Austral, SADC.
A fonte alerta a contenção dos ânimos porque ainda não está claro como será feito o financiamento do projecto de linha Serenji – Chipata, além de que também não foi apresentado um cronograma para a implementação do projecto.
“Trata-se de uma linha férrea que vai reduzir os custos das exportações e importações zambianas usando um percurso mais curto do que o actual, tendo em conta que este país tem recorrido a Dar-es-Salam na Tanzânia ou a Durban, na Africa do Sul”, refere a fonte.
Explica que o transporte ferroviário é o meio preferido pela indústria de cobre da Zâmbia nas suas transacções para o mundo.
As empresas zambianas deste sector reclamam os elevados custos de transporte, assim como a distância que têm que percorrer até aos portos da Africa do Sul ou Tanzânia.
“Actualmente, a maior parte do cobre da Zâmbia é transportada por estrada para Walvis Bay (Namíbia).
As obras de construção de uma linha férrea mais curta ligando Chipata e Machinji na verdade tiveram início em 1982, mas devido a restrições de financiamento só terminaram em 2010.
Fonte:RM
Reditado para:Noticias do Stop 2016
