
A antiga ministra do Trabalho, governadora de Sofala e ainda embaixadora de Moçambique em Angola, Helena Taipo, está entre os 11 réus acusados de crimes de peculato, abuso de confiança, participação económica em negócio e ainda crimes de falsificação, no uso de 1,6 milhões de euros, retirados das contas da Direção do Trabalho Migratório, entre os anos 2010 e 2014. Para o analista Dércio Alfazema, a justiça dá mais um passo.
"É um sinal positivo no combate à corrupção. Significa que as instituições estão a trabalhar. O sistema funcionou, foi capaz de detectar esta fraude, no que diz respeito ao combate à corrupção, mas agora entramos numa fase em que a justiça vai ter que trabalhar com vista a reforçar sua credibilidade", explicou Dércio Alfazema.
De referir que a audição propriamente dita dos réus tem início esta quarta-feira, um acto que deverá prolongar-se até ao dia 12 de Abril deste ano, mas sem direito a cobertura em directo pelos órgãos de comunicação social.
Fonte:da Redação e da rfi
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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