
Em Pequim, as autoridades instalaram dispositivos de reconhecimento facial nas ruas que conduzem à praça e mobilizaram também um grande número de polícias para o local.
Se, na China, evocar os acontecimentos de 1989 foi sempre um tabu, Hong Kong foi uma excepção até 2020, com as autoridades chinesas a imporem a lei de segurança nacional à região semi-autónoma para reprimir toda dissidência, após os gigantescos protestos pró-democracia de 2019. Desde então, as autoridades locais trabalham para apagar todos os vestígios da memória de Tiananmen.
Este sábado, Antony Blinken, secretário de Estado norte- americano acusou Pequim de tentar "apagar as memórias desse dia".
“Apesar de tentarem apagar as memoriais e a história, honramos a sua memória, promovendo o respeito pelos direitos humanos onde quer que sejam ameaçados”, escreveu.
A 4 de Junho de 1989, o regime comunista enviou tanques e militares para reprimir manifestantes pacíficos que ocupavam, há semanas, a praça central de Pequim, exigindo mudanças políticas e o fim da corrupção sistémica. Um dia depois, várias pessoas manifestaram-se pela liberdade e democracia na Praça Tiananmen, acabando por ser travadas de forma violenta pelas autoridades. Houve registo de centenas de mortos e milhares de feridos.
Fonte:da Redação e da rfi
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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