
próximas eleições gerais em Angola.
Essa decisão ainda não foi anunciada publicamente, mas foi reportada pela imprensa internacional, depois de uma primeira informação não confirmada oficialmente transmitida pela Rádio Nacional de Angola, mas espera-se que seja anunciada neste sábado, 10, durante as celebrações do 60º aniversário do partido no poder.
Rafael Marques criticou o facto de as autoridades angolanas terem mantido até agora um silêncio absoluto sobre a decisão, descrevendo-a como "uma falta de respeito para com o povo angolano".
O jornalista e activista fez notar que João Lourenço tinha sido escolhido dentro do MPLA numa “transmissão do testemunho autocrático”, um processo que é a continuação dos “processos anti-democráticos do levanta a mão”.
Para Marques “houve um processo autocrático dentro do MPLA” pelo que a escolha de João Lourenço “não é parte de um processo democrático e começa mal”.
Para o activista, a nomeação de um general para possivelmente suceder a José Eduardo dos Santos é também um sinal da “militarização do regime”.
João Lourenço, como actual ministro da Defesa, é um sinal da vontade do MPLA “controlar a defesa”, disse Marques, acrescentando que "não há intenções de reformas”.
Fonte:Angonoticias
Reditado para:Noticias Stop 2016
