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Sábado, mar.

Presidente da República apela UE para financiar força conjunta

Política
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"O combate envolve altos custos para os nossos parceiros (...). Não vão continuar por muito tempo, para toda a vida e as operações podem ser afectadas" se não houver apoios, referiu.

"A União Europeia está ciente", acrescentou Nyusi, numa conferência de imprensa à saída de Bruxelas.

O Chefe de Estado, que completou uma visita de três dias à capital europeia, em que contactou com diversos dirigentes da EU, afirmou: "Nós não temos para dar, apesar de haver muito esforço. Vontade não nos falta".

"Se pudermos fazer parte do grupo conjunto que mobiliza apoios, isso faremos", tanto junto da UE como de "outros parceiros", referindo que ainda há poucos dias o fez nos encontros da União Africana (UA) em Adis Abeba.

"Dentro de dias de certeza que vamos ter apoios ao nível de equipamento que a UE usa e que está nos Camarões", referiu, sem mais detalhes.

Sobre a situação em Cabo Delgado, o Presidente Filipe Nyusi deixou alguns alertas.

"Deixámos claro que prevalecem riscos substanciais, apesar de a situação ser encorajadora, termos ocupado as sedes distritais e algumas bases [rebeldes terem sido] todas destruídas", disse aos jornalistas.

"Essa situação pode a qualquer momento voltar a evoluir e expandir-se para outras regiões do país e mesmo fora das fronteiras", sublinhou.

Nyusi sublinhou ser do interesse do Governo moçambicano "assegurar o combate ao terrorismo", falando da "necessidade de apoio aos intervenientes para que possam levar a cabo a sua missão".

Ao mesmo tempo, o Presidente da República apelou ao apoio à reforma do Estado, no sector da Defesa e Segurança, o qual espera "garantir capacidade no futuro" e que significa "formação e especialização".

O responsável da missão da UE em Moçambique, destinada a treinar tropas contra a insurgência armada em Cabo Delgado, admitiu no final de Janeiro apoiar o Ruanda que tem tropas destacadas na região norte do país.

O vice-almirante Hervé Bléjean referiu que o Ruanda solicitou "um maior apoio financeiro" e que o chefe da diplomacia europeia "está bastante determinado a responder favoravelmente".

A província de Cabo Delgado é rica em gás natural, mas aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

O conflito já provocou mais de 3.100 mortes, segundo o projecto de registo de conflitos ACLED, e mais de 817 mil deslocados, de acordo com as autoridades moçambicanas.

Desde Julho, uma ofensiva das tropas governamentais com o apoio do Ruanda a que se juntou depois a SADC, permitiu aumentar a segurança, recuperando várias zonas onde havia presença de rebeldes.

 

Fonte:da Redação e da rm
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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