
A mobilização de tropas afetas à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) para território ucraniano e o reforço dos recursos militares das forças afetas a Kiev, com armas americanas e britânicas, colocou ainda mais pressão numa região já antes sensível e motivou agora a tomada de posição bielorrussa.
"Vamos ter uma Guerra ou não? Sim, vai acontecer, mas apenas em duas situações. Se houver uma agressão direta à Bielorrússia, vamos nos erguer para defender a nossa pátria, incluindo aqueles que não o quiserem. E, em segundo, a Bielorrússia vai envolver-se numa guerra se o nosso aliado, a Rússia, for diretamente atacado”, afirmou Lukashenko, em Minsk.
O presidente bielorrusso é um interveniente colateral da tensão latente entre a Rússia e a NATO, principal apoio da Ucrânia, que há oito anos enfrenta no próprio território um conflito separatista.
O Governo de Kiev enfrenta grupos pró-russos desde 2014 nas regiões de Donetsk e Luhansk, num conflito agora associado a uma eventual invasão da Rússia, que garante querer apenas proteger os falantes de russo.
Nos últimos meses, a Rússia mobilizou centenas de milhares de soldados e armamento para territórios junto à respetiva fronteira com a Ucrânia, inclusive na Bielorrússia, o que dá a Lukashenko o tal papel de interveniente colateral.
O presidente bielorrusso garantiu ainda que em caso de sofrer uma agressão terá à disposição centenas de milhares de soldados russos para o ajudar a defender-se, se necessário.
Fonte:da Redação e da euronews
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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