
Se os adversários do presidente, reeleito em 2018 em eleições contestadas pela comunidade internacional, falam num ato propositado para sabotar o referendo, Maduro diz que a oposição não tem força:
"Culpam-me a mim? O Conselho Nacional Eleitoral deu-lhes todas as condições e todas as máquinas. Deu-lhes um dia inteiro para recolher as assinaturas. Só precisavam de recolher as assinaturas de 20 por cento dos recenseados. sabem quantas recolheram? 1,1%. 42.300 assinaturas. Fracassaram novamente", disse o presidente venezuelano.
As divisões na oposição também não são estranhas a este fracasso. O partido Direita Democrática Nacional (DDN) culpa o grupo dirigido por aquele que é visto como figura de proa dos adversários de Maduro, Juan Guaidó, ex-presidente do Parlamento e autoproclamado presidente do país que chegou a ser reconhecido por vários países, embora sem nunca ter exercido qualquer poder na prática. O DDN estima que os seguidores de Guaidó ajudaram a que esta iniciativa não tenha ido avante.
Fonte:da Redação e da euronews
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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