A manchete do Expresso aponta uma lacuna clara entre a Europa e os grandes polos de inovação — EUA, China e Coreia — e indica que Portugal, dentro da União Europeia, fica para trás. Este retrato não é apenas sobre rankings; é sobre a capacidade de transformar ideias em indústrias, criar empregos qualificados e manter o nível de produção que sustenta o crescimento global. Por detrás desta distância está o ritmo de investimento em áreas estratégicas como inteligência artificial, semicondutores, robótica e mobilidade eléctrica. Nos três principais polos — EUA, China e Coreia do Sul — o financiamento público-privado, as cadeias de suprimentos e as políticas de apoio à inovação criam tração contínua. Enquanto a Europa tenta acelerar o seu ecossistema com iniciativas como o Chips Act e programas de formação de talentos, as necessidades de escala, talento e regulação eficaz ainda pesam. O resultado é uma posição europeia que, em relativo, fica para trás no acesso às tecnologias que moldam o quotidiano — desde redes 6G até máquinas industriais inteligentes. Para o mundo, e para a Ásia Oriental em particular, o panorama de maior concentração de liderança tecnológica significa mudanças na geografia do poder económico. A Ásia mantém o impulso na produção de semicondutores, na inovação em IA e na construção de cadeias de valor resilientes, o que amplia a dependência global de factores produzidos no continente. Logo, África e Moçambique podem encontrar oportunidades em parcerias tecnológicas, transferência de know-how e investimentos em infraestruturas, formação e energia que estejam alinhados com a aproximação entre Europa e Ásia. Portugal, como porta de entrada para o espaço lusófono na Europa, pode explorar novas ligações com parceiros asiáticos e africanos, apoiando-se em fundos europeus para acelerar a digitalização, a indústria e a educação técnica, ao mesmo tempo que diversifica as suas relações comerciais. Este momento requer decisões estratégicas para reduzir vulnerabilidades, reforçar a soberania tecnológica e acelerar reformas estruturais. A Ásia Oriental dita o ritmo da inovação global. Qual é a sua perspetiva sobre este avanço? Deixe o seu comentário abaixo e registe-se no Portal STOP para acompanhar o panorama internacional!
Fonte: da Redação e Agências de Negocios Reeditado para: Noticias do Stop 2026 Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS Material Informático - www.aplicloja.com Receba diariamente no Grupo STOPMZNWS poderá ler QRCOD Link do Grupo WhatsApp - https://chat.whatsapp.com/JUiYE4NxtOz6QUmPDBcBCF Qual Duvida pode enviar +258 827606348 ou E-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.e564f63eff