
O Mundial mal começou e já temos a primeira grande figura. Julián Quiñones entrou para a história do Mundial de 2026 ao marcar o primeiro golo do torneio. O avançado abriu o marcador para o México na vitória sobre a África do Sul (2-0), no Estádio Azteca, na Cidade do México. Aos 29 anos, Quiñones vive uma das melhores fases da carreira. Nascido em Nariño, na Colômbia, naturalizou-se mexicano após construir praticamente toda a sua trajetória
profissional no futebol do país. Atualmente, representa o Al-Qadsiah, da Arábia Saudita, onde atua como ponta de lança, no entanto também pode jogar pelos flancos do ataque. Brilho em solo mexicano e golos na Arábia Saudita Julián Quiñones é um dos muitos jogadores naturalizados neste campeonato do mundo. Nasceu na Colômbia, na cidade de Magüi Payán, e não tem parentesco com mexicanos. Foi formado nas camadas jovens do Deportivo Cali, no entanto, chegou ao México ainda muito jovem e foi para o Tigres UANL para defender a equipa sub-20.
Brilho em solo mexicano e golos na Arábia Saudita Julián Quiñones é um dos muitos jogadores naturalizados neste campeonato do mundo. Nasceu na Colômbia, na cidade de Magüi Payán, e não tem parentesco com mexicanos. Foi formado nas camadas jovens do Deportivo Cali, no entanto, chegou ao México ainda muito jovem e foi para o Tigres UANL para defender a equipa sub-20.
Mais tarde viveu momentos marcantes no Atlas, clube pelo qual conquistou dois títulos consecutivos da Liga MX e ajudou a terminar um jejum de 70 anos sem troféus nacionais. Em duas temporadas no emblema mexicano, marcou 36 golos e fez nove assistências. O sucesso abriu-lhe as portas para uma transferência para o Club América, onde conquistou mais dois campeonatos mexicanos e consolidou o seu estatuto como um dos principais avançados do país, com 23 golos e nove assistências em apenas uma temporada.
O sucesso abriu-lhe as portas para uma transferência para o Club América, onde conquistou mais dois campeonatos mexicanos e consolidou o seu estatuto como um dos principais avançados do país, com 23 golos e nove assistências em apenas uma temporada.
Em 2024, foi transferido para o Al-Qadsiah por cerca de 14 milhões de euros, tornando-se a venda mais cara da história de um clube mexicano. Na Arábia Saudita, continuou em grande nível. Depois de marcar 20 golos na sua primeira temporada, explodiu em 2025/26 ao apontar 33 golos e terminar como melhor marcador da Liga Saudita, superando estrelas como Cristiano Ronaldo e Ivan Toney. A proeza ficou confirmada na última jornada, quando marcou três vezes na goleada por 1-5 sobre o Al-Ittihad. Poucos dias depois, renovou o contrato com o clube até 2029.
Quiñones pelo México No que toca à seleção, Quiñones chegou a representar as camadas jovens da Colômbia, mas optou por jogar pelo México após concluir o processo de naturalização, conseguido pelos anos a viver no país e por ser casado com uma mexicana. Convocado pela primeira vez em 2023, estreou-se pela seleção na Liga das Nações da Concacaf e marcou o primeiro golo em março de 2024, frente ao Panamá. Quiñones esteve no elenco que venceu a Gold Cup em 2025, mas não foi titular e nem sequer entrou em campo na final contra os Estados Unidos. Chamado com pompa por Javier Aguirre, La Pantera, como é conhecido, acrescentou mais um capítulo importante à sua trajetória ao marcar o primeiro golo do Mundial disputada em casa. Melhor marcador, campeão e referência ofensiva, Julián Quiñones chega ao auge da carreira como uma das principais esperanças da seleção mexicana.
Fonte:da Redação e da zerozero
Reeditado para:Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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