
Nelson Carrinho, CEO do Grupo Carrinho, utilizou a Cimeira África Forword, em Nairobi, no Quénia, para anunciar um investimento de 1.100 milhões de dólares em diversas áreas de Angola, com destaque para a rede de silos ao longo do Corredor do Lobito e nas províncias mais produtivas do país.
No encontro, o empresário angolano apresentou a parceiros franceses e africanos o percurso da sua instituição, elencando projectos já em funcionamento, como uma refinaria de açúcar, uma extrusora de soja e um terminal graneleiro no Lobito — investimentos que reflectem a aposta do grupo na cadeia alimentar nacional.
A cooperação com França mereceu especial destaque. Nelson Carrinho salientou o contributo de uma entidade francesa que fornece silos a Angola há cinco anos e defendeu que o país deve avançar, sem demora, para a adesão plena ao acordo da SADC, como passo decisivo para a consolidação do livre comércio a nível continental.
O empresário deixou ainda uma visão clara sobre o futuro de África: o crescimento do continente depende da cooperação entre nações e da valorização do sector primário. Nesse sentido, manifestou a ambição de construir uma estrutura capaz de identificar produtores rurais em situação de pobreza extrema, integrá-los no ecossistema empresarial e dotá-los de formação e crédito para que se tornem empreendedores independentes.
“Acredito que, se existir mudança em África, essa mudança vai começar a partir do sector primário e os produtores familiares são a base dessa alteração”, sublinhou.
O Grupo Carrinho é uma empresa familiar angolana que actua de forma integrada em toda a cadeia alimentar, desde a originação e o transporte até ao armazenamento, à transformação e à comercialização dos produtos.
Fonte:da Redação e da angonoticias
Reeditado para:Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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