
A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e o Standard Bank Angola (SBA) assinaram esta quinta-feira, em Luanda, um memorando de entendimento para apoiar e capacitar as empresas de conteúdo local no sector petrolífero.
O documento, assinado pelo presidente do Conselho de Administração da ANPG, Jerónimo Paulino, e pelo presidente do Conselho Executivo do SBA, Luís Teles, contempla gastos de cerca de 80 milhões de dólares em dois anos para capacitar as empresas do ramo petrolífero.
O director executivo da banca de Pequenas e Médias Empresas (PME) de SBA, Fernando Chivinda, informou, na ocasião, que o foco é capacitar mais de mil empresas nos próximos dois anos através de formações de 30 organizações empresariais por cada turma.
Segundo o responsável, o programa de capacitação destinado às empresas prestadoras de serviço do sector petróleo, com vista a ter acesso a novos mercados, terá início em Junho deste ano.
Por outro lado, o presidente do Conselho Executivo do Standard Bank, Luís Telles, considerou o memorando de entendimento uma visão partilhada para o futuro de Angola onde o crescimento económico é verdadeiramente inclusivo e sustentável.
“Queremos ver empresas angolanas mais fortes, mais estruturadas e mais competitivas. Queremos ver mais jovens e mais mulheres a integrar este sector”, afirmou.
Já o gestor da ANPG, Jerónimo Paulino, observou que o protocolo vai reforçar a capacidade organizacional, financeira e refutatória das empresas nacionais, melhoria da sua competitividade, capacidade de desempenho técnico e contribuir para o fomento de novas oportunidades de negócios.
Acrescentou que a iniciativa actua directamente sobre a capacidade efectiva das empresas nacionais para competir, crescer e gerar valor de forma sustentada.
Explicou que o protocolo de cooperação insere-se na materialização do Decreto Presidencial nº 271/20 que rege as políticas de conteúdo local.
“Falar do conteúdo local é falar da promoção, do empresariado nacional, da valorização da mão-de-obra, reforço da competitividade económica e maximização do valor gerado no território nacional”, expressou.
Considerou relevante a iniciativa, pelo facto de consolidar acesso ao financiamento bancário para a viabilização de investimentos.
Para o responsável, ao promover a capacitação empresarial, incluindo dimensões como a educação financeira, gestão, compliance, sustentabilidade e governança, a parceria cria bases para que o empresariado nacional se torne mais robusto, mais estruturado e credível junto da banca.
Fonte:da Redação e da angonoticias
Reeditado para:Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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