Nuno Amado terá funções Execurivas no Millennium BCP

Nuno Amado terá funções Execurivas no Millennium BCP

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No dia 15 de Maio, os accionistas do BCP marcam o início de um novo ciclo do banco, com mudanças nos órgãos sociais. Nuno Amado terá funções executivas, António Mexia sai. A lista com os nomes propostos para os órgãos sociais do Millennium BCP

será entregue na próxima semana junto do Banco Central Europeu (BCE), que tem de dar o seu aval. O momento, antes da Páscoa, marca uma fase de renascimento no BCP, agora já sem Carlos Silva, Maria da Conceição Lucas e José Iglésia Soares, ex-quadros do BPA. Carlos Silva anunciou em Fevereiro a sua saída do BCP, onde tem exercido o cargo de vice-presidente, em antecipação à sua não recondução.
Nuno Amado, actual presidente executivo do BCP, vai passar a chairman mas terá funções executivas. Por isso, o número de administradores executivos vai ser par e não ímpar, já que o chairman também será executivo.
Miguel Maya será o novo presidente executivo e vice-presidente. Os dois outros vice-presidentes serão indicados pela Fosun e pela Sonangol, os dois maiores accionistas do banco. Executivos serão também João Nuno Palma e Miguel Bragança. O conselho de administração será composto por 17 elementos, já que o BCE exige um número mais reduzido em relação ao actual, de 19. O BCP passa a ter entre três e cinco mulheres como administradoras, duas das quais em representação da Fosun e da Sonangol. O Jornal Económico, de Lisboa, noticiou que a chinesa, a angolana e a EDP, também accionista do BCP, assumem uma lista conjunta para os órgãos sociais do banco, numa carta enviada aos administradores da instituição.
Outra novidade é a saída de António Mexia do BCP. A EDP, que detém 2,11% do banco – dados de Junho de 2017 -, vai nomear outro seu representante no conselho de administração. António Monteiro, até agora chairman, será presidente da Fundação BCP, em substituição de Fernando Nogueira.
A assembleia geral está agendada para o dia 15 de Maio e será nessa reunião que os accionistas aprovarão os novos órgãos sociais e o modelo de distribuição de poderes pelos diversos cargos. Mas, apesar das mudanças, o presidente da comissão executiva do banco, Nuno Amado, garantiu que “vai haver uma continuidade clara na gestão do BCP e uma continuidade clara na evolução do banco”, garantiu no dia 15 de Março.

 

Fonte:da Redação e Por angonoticias
Reditado para:Noticias do Stop 2018