Samsung atinge 1 bilião e entra na corrida aos chips da Apple

Tecnologia
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Samsung chegou pela primeira vez a uma avaliação bolsista de 1 bilião de dólares, um marco que volta a colocar a empresa no centro da indústria tecnológica. A subida surge numa altura em que o negócio dos chips está a acelerar e em que a Apple procura novas opções para fabricar processadores.

O momento é relevante por duas razões: mostra a força da divisão de semicondutores da Samsung e alimenta a possibilidade de a empresa ganhar um papel mais importante na cadeia de produção do iPhone nos próximos anos.


Imagem de logotipo da Samsung com fundo azul, simbolizando o crescimento da empresa e sua entrada na corrida pelos chips utilizados pela Apple.

Samsung atinge 1 bilião com ajuda da memória e dos semicondutores
Segundo a Bloomberg, a Samsung alcançou uma capitalização de mercado de 1 bilião de dólares após uma forte valorização das ações. O impulso foi dado sobretudo pela procura crescente por chips de memória, uma área em que a empresa continua a ser uma das líderes globais.

Num só dia, as ações subiram 14,4%, refletindo o entusiasmo dos investidores com os últimos resultados. A fabricante sul-coreana beneficiou ainda de um desempenho acima do esperado na sua unidade de semicondutores.

Na semana passada, essa divisão apresentou um lucro operacional de 36 mil milhões de dólares, bem acima dos 24,4 mil milhões previstos por analistas. É uma diferença expressiva e ajuda a explicar porque é que o mercado reagiu de forma tão forte.

Porque é que isto importa para a Apple
Ao mesmo tempo, surgiram informações de que a Apple tem estado em conversações com a Intel e com a Samsung para explorar alternativas na produção de chips para os seus dispositivos. A estratégia faz sentido: a empresa quer reduzir a dependência de um único parceiro num setor cada vez mais sensível a falhas e atrasos.

A escassez de chips continua a ser um problema real. Na mais recente apresentação de resultados, Tim Cook admitiu que as remessas do iPhone 17 foram afetadas por limitações no fornecimento dos chips A19 e A19 Pro, atualmente fabricados pela TSMC.

Na prática, isto significa que qualquer novo parceiro com capacidade de produção avançada pode ganhar importância muito rapidamente. E é precisamente aqui que a Samsung volta a entrar no radar.

Os próximos chips de 2 nm podem mudar o jogo
A Samsung diz estar a avançar com o desenvolvimento do processo de fabrico de 1,4 nm e, ao mesmo tempo, a expandir a base de clientes para tecnologia de 2 nm. Este detalhe é relevante porque a próxima grande evolução nos processadores móveis passa precisamente por nós de fabrico mais pequenos e mais eficientes.

A Apple também se prepara para essa transição. Os rumores apontam para que os chips de 2 nm possam chegar aos modelos iPhone 18, o que abre espaço para novas parcerias industriais, caso a empresa decida diversificar a produção.

O que muda com chips mais pequenos
De forma simples, processos como 2 nm permitem criar processadores mais eficientes e potencialmente mais rápidos. Para o utilizador, isso pode traduzir-se em melhor autonomia, menor aquecimento e desempenho superior em tarefas exigentes, incluindo inteligência artificial no telemóvel.

É por isso que esta disputa entre Samsung, TSMC e outros fabricantes vai muito além dos números em bolsa. Ela pode influenciar diretamente os próximos iPhone, smartphones Android e até servidores para IA.

Samsung cresce nos chips, mas nem tudo corre bem
Apesar do entusiasmo à volta dos semicondutores, nem todas as áreas da Samsung estão a acompanhar o mesmo ritmo. A unidade mobile tem enfrentado mais pressão, em parte devido ao aumento dos custos de materiais e componentes.

Ou seja, o grande motor da empresa neste momento não são os smartphones, mas sim os chips. Isso ajuda a perceber porque é que o mercado está a olhar para a Samsung mais como uma gigante da infraestrutura tecnológica do que apenas como uma marca de telemóveis.

Um clube restrito na Ásia
Com esta valorização, a Samsung torna-se apenas a segunda empresa asiática a atingir 1 bilião de dólares em bolsa, depois da TSMC. Ainda assim, continua atrás de rivais de peso: a Apple já ultrapassa os 4 biliões de dólares e a TSMC ronda os 2 biliões.

Mesmo assim, o feito tem peso simbólico e estratégico. Mostra que, numa era em que os chips mandam em tudo de smartphones a centros de dados, a Samsung está melhor posicionada do que nunca para influenciar a próxima fase da tecnologia de consumo.

 


Fonte:da Redação e da maistecnologia
Reeditado para:Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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