Na manhã de hoje, autoridades do Ministério da Saúde e representantes do governo nacional participaram da cerimónia de abertura da primeira Escola de Saúde Pública do país, instalada na capital, Maputo. O evento contou com a presença do Ministro da Saúde, que destacou a importância da nova instituição para a formação de profissionais capacitados a enfrentar os desafios sanitários da nação. A Escola, criada em parceria com universidades internacionais e organizações de saúde, tem como objetivo oferecer cursos de graduação, pós‑graduação e formação contínua nas áreas de epidemiologia, gestão de serviços de saúde e políticas públicas. Segundo os responsáveis pelo projeto, a formação de recursos humanos locais contribuirá para melhorar a resposta a emergências sanitárias, fortalecer a vigilância epidemiológica e promover a equidade no acesso aos cuidados de saúde em todas as províncias. A infraestrutura da escola inclui laboratórios modernos, salas de aula equipadas com tecnologia de ponta e um centro de pesquisa dedicado a estudos sobre doenças transmissíveis e não transmissíveis. A comunidade académica e os profissionais de saúde foram convidados a participar ativamente nas atividades de investigação, visando a produção de conhecimento aplicável ao contexto moçambicano. A inauguração marca um passo significativo na estratégia nacional de fortalecimento do sistema de saúde, alinhada aos objetivos de desenvolvimento sustentável e à agenda de saúde universal. O Ministério da Saúde afirmou que, nos próximos anos, a Escola de Saúde Pública formará milhares de especialistas que atuarão tanto no setor público quanto no privado, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população. Convidamos os leitores a deixar o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade da sua província.
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O Governo de Moçambique e a Federação Russa anunciaram, nesta terça‑feira, um acordo de cooperação para intensificar a luta contra o terrorismo no país. Em comunicado oficial, o Presidente da República destacou a importância de parcerias internacionais para garantir a segurança da população e proteger as infraestruturas críticas, sobretudo nas áreas mais vulneráveis ao extremismo. A delegação russa, representada pelo Ministério da Defesa, afirmou que irá disponibilizar apoio técnico, treinamento de forças de segurança e assistência logística, reforçando assim a capacidade de resposta das forças armadas moçambicanas. A iniciativa surge num contexto em que o país tem enfrentado desafios crescentes nas províncias do norte, onde grupos armados têm perpetrado ataques que afetam a vida quotidiana de milhares de cidadãos. Embora o foco das operações esteja principalmente em Cabo Delgado, as autoridades ressaltam que a estabilidade nacional depende de uma ação coordenada que inclua todas as regiões, inclusive o Sul, onde a presença de bases militares e infraestruturas estratégicas requer proteção reforçada. Especialistas em segurança apontam que a cooperação com a Rússia pode trazer novas tecnologias de vigilância e inteligência, bem como programas de formação avançada para as forças de defesa. No entanto, sublinham a necessidade de monitorizar de perto a implementação dos acordos, garantindo que o apoio externo seja compatível com a legislação nacional e os direitos humanos. O Ministério da Defesa informou que os primeiros planos de ação deverão ser definidos nos próximos meses, com a criação de unidades conjuntas de treinamento. A comunidade internacional tem acompanhado de perto os desenvolvimentos, reconhecendo que a estabilidade de Moçambique tem repercussões diretas na segurança regional e nas cadeias de abastecimento. O Governo reafirma o compromisso de trabalhar de forma transparente e coordenada com todos os parceiros, visando a paz e o desenvolvimento sustentável. Deixe o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade da sua província.
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Os ministros das Relações Exteriores de Moçambique, Carlos Joaquim Viegas, conhecido como Chapo, e da Rússia, Sergei Lavrov, reuniram‑se em Maputo para sublinhar a profundidade da aliança bilateral entre os dois países. Durante a cerimónia, ambos destacaram a importância de intensificar a cooperação nos setores da energia, mineração, agricultura e infraestrutura, áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento económico da República. O representante russo salientou o interesse da sua nação em apoiar projetos de exploração de gás natural e de construção de corredores de transporte que facilitem a integração regional, enquanto o ministro moçambicano enfatizou a necessidade de transferir tecnologia e atrair investimento direto estrangeiro para impulsionar a criação de emprego e melhorar a competitividade do país. As declarações foram acompanhadas de acordos preliminares para a realização de estudos conjuntos e a assinatura de memorandos de entendimento que deverão ser formalizados nos próximos meses. As autoridades afirmaram que a parceria com a Rússia pretende complementar as iniciativas já em curso com outros parceiros internacionais, reforçando a posição de Moçambique como polo de crescimento no sul da África. O encontro também abordou a cooperação no âmbito da segurança marítima e da luta contra o tráfico de drogas, temas de relevância para a estabilidade da região. Os dois governos manifestaram a vontade de aprofundar o diálogo político e de fortalecer os laços culturais, reconhecendo o papel da diplomacia como motor de desenvolvimento sustentável. A população de Maputo e das demais províncias foi convidada a acompanhar os desdobramentos desta parceria, que poderá trazer benefícios concretos em termos de geração de energia, melhoria das infraestruturas de transportes e expansão das oportunidades de emprego. Deixe o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade da sua província.
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O Governo de Moçambique e representantes da Holanda celebraram, na manhã de hoje, a assinatura de um acordo de cooperação no sector agrícola que tem como principal objetivo o fornecimento de sementes de alta qualidade ao país. O pacto, firmado entre o Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar de Moçambique e a agência de desenvolvimento agrícola neerlandesa, prevê a importação de variedades melhoradas de milho, arroz, feijão e outros cultivos, bem como a transferência de tecnologia e a formação de agricultores locais. A iniciativa surge num contexto de crescente necessidade de aumentar a produtividade agrícola, reduzir a vulnerabilidade às alterações climáticas e melhorar a segurança alimentar da população. De acordo com as autoridades, o acordo inclui a criação de centros de multiplicação de sementes em várias províncias, entre elas Maputo, Gaza e Inhambane, onde serão realizados programas de capacitação para pequenos produtores. O investimento previsto ultrapassa os 30 milhões de dólares, abrangendo não só a aquisição de sementes certificadas, mas também a implementação de sistemas de monitorização da qualidade e a assistência técnica contínua. As partes sublinharam que a colaboração visa fortalecer as cadeias de valor agrícolas, fomentar a criação de empregos nas áreas rurais e impulsionar as exportações de produtos agrícolas. O Primeiro‑Ministro destacou que o acordo representa um passo significativo para a concretização da estratégia nacional de desenvolvimento agrícola, que tem como meta triplicar a produção de alimentos nos próximos cinco anos. Por sua vez, o representante neerlandês ressaltou a experiência da Holanda em biotecnologia e a vontade de partilhar boas práticas que possam ser adaptadas às condições locais de solo e clima. A assinatura do acordo será acompanhada por uma série de workshops e missões técnicas que deverão iniciar ainda este trimestre, com o objetivo de acelerar a disponibilidade de sementes certificadas nas áreas de produção. Os agricultores das três províncias do Sul esperam que a nova parceria contribua para colheitas mais abundantes e resilientes, reduzindo a dependência de insumos importados de baixa qualidade. Os leitores são convidados a deixar o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade da sua província.
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Na manhã de hoje, autoridades governamentais e representantes do Ministério da Saúde inauguraram a primeira Escola de Saúde Pública do país, instalada na capital Maputo. O evento contou com a presença do Primeiro‑Ministro, do Ministro da Saúde e de dirigentes universitários, que destacaram a importância da nova instituição para a formação de profissionais capacitados a responder aos desafios sanitários da nação. A escola, inserida no complexo do Hospital Central de Maputo, oferece cursos de graduação e pós‑graduação nas áreas de epidemiologia, gestão de serviços de saúde e promoção da saúde comunitária. Segundo os responsáveis, a formação de recursos humanos qualificados visa melhorar a vigilância epidemiológica, fortalecer a resposta a surtos e apoiar a implementação de políticas de prevenção. A iniciativa integra o plano nacional de desenvolvimento do setor da saúde, alinhado com as metas estabelecidas no Programa de Saúde de Moçambique, e conta com apoio técnico de parceiros internacionais. A comunidade académica e os profissionais de saúde foram convidados a participar nas primeiras turmas, que deverão iniciar as atividades ainda neste semestre. A expectativa é que a Escola de Saúde Pública contribua para a redução das desigualdades no acesso a cuidados de saúde e promova a investigação aplicada a contextos locais. Convidamos os leitores a deixar o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade da sua província.
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Na manhã de hoje, autoridades do Governo de Moçambique deram início à primeira Escola de Saúde Pública do país, localizada na capital, Maputo. O evento contou com a presença do Ministro da Saúde, do Primeiro-Ministro e de representantes de instituições académicas e internacionais, que destacaram a importância da iniciativa para a formação de profissionais qualificados na área da saúde. A nova escola tem como objetivo principal oferecer cursos de graduação e pós‑graduação focados em prevenção de doenças, gestão de sistemas de saúde e pesquisa em saúde pública, contribuindo para o fortalecimento do sistema de saúde nacional. Segundo o Ministro da Saúde, a instituição permitirá a capacitação de recursos humanos capazes de responder de forma mais eficaz a emergências sanitárias, como epidemias e surtos, além de melhorar a qualidade dos serviços de saúde nas comunidades. A parceria com universidades estrangeiras e organizações não‑governamentais já foi anunciada, garantindo a troca de conhecimentos e a adoção de boas práticas internacionais. A comunidade académica e os profissionais de saúde da região Sul receberam a notícia com entusiasmo, pois a escola deverá atender também estudantes de Gaza e Inhambane, ampliando o acesso à formação especializada. A inauguração marca um passo significativo na estratégia do Governo de melhorar a saúde pública e reduzir as desigualdades no acesso a cuidados de saúde em todo o país. Deixe o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade da sua província.
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O Governo de Moçambique e a Federação Russa anunciaram, nesta semana, a intensificação da colaboração no combate ao terrorismo, reforçando laços estratégicos que visam melhorar a segurança nacional. Em declarações conjuntas, representantes dos dois países sublinharam a importância de partilhar informações de inteligência, capacitar as forças de segurança e desenvolver programas de formação especializada. A iniciativa surge num contexto de crescente ameaça de grupos extremistas nas províncias do norte, que tem provocado deslocamentos internos e afetado a estabilidade regional. A cooperação prevê ainda a realização de exercícios conjuntos, bem como a assistência na modernização de equipamentos militares e de vigilância. Autoridades moçambicanas salientaram que a parceria com a Rússia traz experiência e recursos que podem fortalecer a capacidade de resposta das forças de defesa e da polícia. Por outro lado, o governo russo destacou o interesse em contribuir para a paz e o desenvolvimento sustentável de Moçambique, reforçando o seu compromisso com a segurança no continente africano. Especialistas apontam que, embora a aliança possa trazer benefícios operacionais, será crucial garantir que as ações conjuntas respeitem os direitos humanos e as normas internacionais, evitando possíveis repercussões negativas nas comunidades locais. A população, sobretudo nas áreas mais vulneráveis ao extremismo, espera que a cooperação resulte em maior proteção e na retomada das atividades económicas que foram interrompidas pelos conflitos. O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Moçambique informou que as negociações estão em curso para firmar acordos formais que detalhem os termos da cooperação, incluindo a formação de comissões de acompanhamento. Enquanto isso, as autoridades pedem à sociedade civil que se mantenha vigilante e participe ativamente nos processos de monitorização e avaliação das ações de segurança. Convidamos os leitores a deixar o seu comentário no Portal STOP sobre a atualidade da sua província.
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