
sobre os modelos e órgãos de gestão eleitoral.
O estudo propõe a redução da composição da Comissão Nacional de Eleições, CNE, para cinco membros.
A pesquisa refere que o modelo de gestão independente, baseado nos princípios de imparcialidade e independência, adoptado por Moçambique peca por não ser profissionalizante.
O director do Centro de Integridade Pública, Adriano Nuvunga, diz que o estudo apresenta linhas que podem contribuir para a credibilização dos processos eleitorais no país.(
Fonte:RM
Reditado para:Noticias Stop 2016
