
As vítimas são recrutas que recebiam treinamento militar na base de Ras Abbas, situada no oeste de Áden, informou à Agência Efe uma fonte de segurança.
O ataque foi perpetrado por um suicida no momento no qual os recrutas estavam reunidos no pátio do quartel, que é supervisado por tropas sudanesas da coalizão árabe, que apoia Hadi em sua luta contra os rebeldes houthis.
Até agora, nenhum grupo terrorista reivindicou o atentado, embora cada vez com mais frequência a ramo local do grupo Estado Islâmico (EI) efetua este tipo de ataques em Áden.
O governador da província de Áden, Eidros al Zubaidi, e o diretor da segurança local, Shalal Ali Shaea, saíram ilesos ontem de uma nova tentativa de assassinato contra eles.
Estes atentados confirmam a deterioração da segurança que afeta Áden, escolhida como sede provisório do governo iemenita desde a fuga do presidente Hadi da capital Sana em fevereiro.
O conflito no Iêmen continua depois que os grupos rivais concluíram suas conversas de paz em 20 de dezembro na Suíça sem chegar a um acordo para um cessar-fogo permanente.
Os houthis lançaram uma ofensiva em setembro do 2014 e controlam ainda grande parte do país, incluída a capital, apesar de desde março de 2015 uma coalizão árabe, liderada pela Arábia Saudita, bombardear suas posições em respaldo a Hadi.
Fornecido por: EFE 2016 ( STOP )
