Ucrânia comemora o “Dia da União”

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Esta quarta-feira os ucranianos saíram às ruas do país com a bandeira em punho e ao som do hino nacional, para manifestarem a sua união face às ameaças de uma invasão russa, que segundo as potências ocidentais, poderia estar iminente.

Bandeiras azuis e amarelas hasteadas em instituições públicas, escolas, hospitais e lojas para marcar este dia feriado decretado pelo presidente Volodimir Zelenski, depois dos Estados Unidos terem dado a entender que Moscovo poderia passar à ofensiva este dia 16 de Fevereiro.

A Rússia nega todas as acusações belicistas, mas alertou que poderia adoptar medidas “técnico-militares” não especificadas se as suas exigências em matéria de segurança não fossem satisfeitas.

Num discurso televisivo, o presidente ucraniano declarou que a população está unida no “desejo de viver em paz, felizes e em família”. Volodimir Zelenski acrescentou que “ninguém consegue amar a nossa casa como nós. E apenas nós, juntos, poderemos proteger o nosso lar”.

Em entrevista à RFI, Demar dos Santos, economista guineense a residir há 10 anos em Kiev, dá conta de uma cidade calma onde a população não acredita numa possível invasão da Rússia: “é um dia especial aqui na Ucrânia, porque é a primeira vez que se comemora um dia destes. Há muita movimentação na rua, há muitas pessoas a se manifestarem. Há um consenso actualmente que o país deve estar mais unido ara enfrentar o inimigo comum que é a Rússia”.


Demar dos Santos
Esta terça-feira, as autoridades russas anunciaram a retirada das forças militares russas estacionadas junto da fronteira com a Ucrânia. Moscovo falou de um “processo normal” e denunciou “a histeria” do ocidente sobre a suposta invasão iminente da Ucrânia pela Rússia.

Entretanto, esta quarta-feira, em Bruxelas, os ministros da Defesa dos 30 Estados-membros da NATO, incluindo Portugal, iniciam uma reunião de dois dias, com as atenções viradas para a ameaça de um ataque militar russo à Ucrânia.

O secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg, disse que os mais recentes “sinais” vindos de Moscovo permitiam um “optimismo cauteloso”, mas sublinhou que não se via ainda uma diminuição da escalada no terreno.

 

 

 

 

 


Fonte:da Redação e da rfi
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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