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Terça, mar.

Partidos têm 20 dias para apresentar candidaturas às eleições gerais

No acto, o presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, frisou que estão preparados para a recepção e análise, "com rigor

Política
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Em comunicado, o Tribunal Constitucional sublinha que o prazo indicado não é prorrogável, devendo as candidaturas serem entregues dentro do período estabelecido, incluindo o fim­de­semana.

No mês de Março, o Tribunal Constitucional realizou um seminário sobre o processo de preparação e apresentação de candidaturas às eleições gerais de 2017.

No acto, o presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, frisou que estão preparados para a recepção e análise, "com rigor, objectividade e com a imparcialidade exigida" pela Constituição e a lei orgânica das eleições gerais.

O processo de apresentação de candidaturas obedece a vários critérios, sendo um deles a recolha e apresentação por cada partido de 15 mil assinaturas, com prova dos seus subscritores, mediante cópia do cartão de eleitor de cada assinante.

Os partidos ou coligações são ainda obrigados a concorrer em todos os círculos eleitorais do país, com a apresentação de candidatos e apoiantes no círculo nacional e provinciais.

Uma lista do Gabinete dos Partidos Políticos do Tribunal Constitucional indica que 11 partidos políticos e uma coligação de forças políticas estão legalmente reconhecidos e em condições de concorrer às eleições gerais deste ano.

Trata-se dos partidos Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Partido de Renovação Social (PRS). 

Constam ainda da lista o PADDA ­ Aliança Patriótica (PADDA­AP), Partido de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA), Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA) e Partido Pacífico Angolano (PPA), estes quatro que formam actualmente a Convergência Ampla de Salvação de Angola ­ Coligação Eleitoral (CASA­CE). 

O Bloco Democrático (BD), que anunciou já a sua decisão de concorrer às eleições coligado à CASA­CE, o Partido Democrático para o Progresso de Aliança Nacional de Angola (PDP­ANA) e a Aliança Patriótica Nacional (APN) integram igualmente a listagem do Tribunal Constitucional. 

De acordo com a Constituição, os cargos de Presidente e vice-presidente serão preenchidos pelos candidatos que figurarem no primeiro e segundo lugar da lista do partido ou coligação mais votado.

Até à data apenas o MPLA apresentou a sua lista de candidatos (círculos nacional e provinciais) às eleições, lideradas pelo vice-presidente do partido e ministro da Defesa, João Lourenço, seguido de Bornito de Sousa, actual ministro da Administração do Território. 

De fora das listas, que ainda carecem de validação do Tribunal

 

 

 

Fonte:Angonoticias

Reditado para:Noticias do Stop 2017

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