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Sábado, mar.

Eurodeputados apelam a reforço de UE-África com China e Rússia em mente

Política
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 "A China e a Rússia estão a avançar com os seus interesses geopolíticos em África. Por conseguinte, a União Europeia deve reforçar a sua cooperação com a União Africana e os seus parceiros nas sub-regiões africanas e de diversos países africanos, a fim de garantir a segurança e o desenvolvimento e de alcançar a paz e a estabilidade a longo prazo", lê-se numa declaração conjunta subscrita por eurodeputados de primeiro plano do Partido Popular Europeu (PPE), Socialistas (S&D) e Renovar Europa (Liberais), hoje divulgada em Bruxelas.

Os eurodeputados condenam "a presença em África de empresas privadas militares e de segurança", mencionando "em particular o Grupo Wagner", organização paramilitar russa, "que cometeu violações generalizadas dos direitos humanos, agindo ao mesmo tempo em apoio dos interesses de Estados não democráticos".

Divulgada a precisamente uma semana da cimeira UE-UA, que se celebrará em Bruxelas em 17 e 18 de Fevereiro, a declaração subscrita por vários presidentes de comissões parlamentares defende que "UE e UA devem colocar no centro do seu programa de cooperação uma abordagem baseada nos direitos humanos", aplicável às mais diversas áreas, desde o comércio, às migrações, igualdade de género, responsabilidade das empresas, segurança e luta contra o terrorismo e o extremismo.

A UE e a UA devem colocar no centro da sua agenda de cooperação uma abordagem baseada nos direitos humanos às políticas sobre comércio, migração, igualdade de género, responsabilidade empresarial, segurança e luta contra o terrorismo e o extremismo.

"A cimeira UE-UA deve preparar o caminho para uma recuperação económica sustentável e inclusiva após a pandemia da covid-19, dando prioridade à aceleração no acesso às vacinas, à abordagem da pobreza, à colocação da juventude no seu centro e à promoção da igualdade de género e do empoeiramento das mulheres, e à concretização da Agenda das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável de 2030", prosseguem.

Segundo os deputados ao Parlamento Europeu, "as relações comerciais e de investimento entre UE e África devem assegurar a transformação produtiva do continente africano, ser mutuamente benéficas, abertas, justas e sustentáveis, e contribuir para a criação de emprego e investimentos privados que apoiem uma trajectória de crescimento verde".

"Apelamos igualmente à parceria UE-UA a ter plenamente em conta os efeitos das alterações climáticas em África e, por conseguinte, a intensificar as acções na área da mitigação, adaptação e gestão do risco de catástrofes, e a alcançar os objectivos do Acordo de Paris", defendem ainda.

A declaração é subscrita, entre outros, pelos presidentes das comissões parlamentares de Negócios Estrangeiros, David McAllister (PPE), do Comércio Internacional, Bernd Lange (S&D) , de Desenvolvimento, Tomas Tobé (PPE), das subcomissões de Direitos Humanos, Maria Arena (S&D), e de Segurança e Defesa, Nathalie Loiseau (Renovar Europa), e pelo eurodeputado socialista português Carlos Zorrinho, na qualidade de presidente da delegação do Parlamento Europeu à Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE


Fonte:da Redação e da rm
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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