
resolver" a atual crise de segurança.
Moscovo destacou mais de 100 mil soldados para a fronteira com a Ucrânia, exigindo garantias de que a NATO diminuirá o número de tropas no leste da Europa e de que a Ucrânia nunca se juntará à aliança transatlântica.
Durante o encontro em Moscovo com Putin, o Presidente francês, Emmanuel Macron, sublinhou que é necessários alcançar uma resposta comum para aliviar a atual tensão.
"É necessário o diálogo, porque é a única coisa que, no meu entender, ajudará a construir um contexto de segurança e estabilidade no continente europeu", disse Macron.
Preocupações "legítimas" da Rússia
Moscovo é a primeira paragem para o Presidente francês, que pretende ir a Kiev esta terça-feira (08.02).
Antes do encontro, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmara que "a situação é demasiado complexa para esperar avanços decisivos após apenas uma reunião".
Macron salientara, por seu lado, que "o objetivo geopolítico de Putin não é a Ucrânia, claramente, mas clarificar as regras de coabitação com a NATO e a União Europeia". Em entrevista ao Journal du Dimanche, o chefe de Estado disse que é "legítimo que a Rússia esteja preocupada com a sua própria segurança"
Chanceler alemão ameaça
Após várias semanas de críticas à forma como a Alemanha tem lidado com a crise na fronteira com a Ucrânia, por exemplo devido à recusa de fornecer armas a Kiev, o chanceler Olaf Scholz discutiu a situação no país com o Presidente norte-americano, Joe Biden.
"Haverá um preço muito caro a pagar se a Rússia decidir invadir" a Ucrânia, ameaçou Scholz, em declarações aos jornalistas em Washington. "É preciso agir com rapidez e categoricamente, e, sobretudo, de forma unida."
Joe Biden lembrou que a Alemanha é um dos "aliados mais próximos da América" e garantiu que ambos os países estão a trabalhar "em sintonia" para aliviar o atual clima de tensão.
Enquanto isto, a ministra alemã dos Negócios Estrangeiros, Annalena Baerbock encontrou-se com o primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmyhal, em Kiev, esta segunda-feira.
"Continuamos a apoiar de forma incondicional a integridade territorial da Ucrânia e o seu povo", assegurou Baerbock.
Fonte:da Redação e da dw
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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