
O director-geral do ICM, João Macaringue, reagia deste modo à tendência de comercialização dos excedentes nacionais nos países vizinhos, como Malawi, Tanzânia e Zimbabwe.
Segundo João Macaringue a ideia não é impedir que a mercadoria seja comercializada no estrangeiro, mas que esta seja contabilizada na economia nacional.
O director-geral do Instituto de Cereais de Moçambique avançou a informação, esta quinta-feira, em Maputo, à margem de um encontro com a Embaixadora da Holanda em Moçambique para o desenho de um plano estratégico da instituição.
O ICM quer sair da letargia a que esteve sujeito nos últimos anos, buscando parcerias no tocante à logística, monitoria e acompanhamento da comercialização agrícola.
Fonte:da Redação e Por RM
Reditado para:Noticias do Stop 2017
