
Carlos Agostinho do Rosário falava durante os esclarecimentos do governo sobre a situação do “Nosso Banco”, recentemente extinto pelo Banco Central, que contava como os principais accionistas o Instituto Nacional de Segurança Social, INSS, e a Electricidade de Moçambique, EDM.
A bancada da Renamo, que solicitou os esclarecimentos, pretendia ouvir do governo informações sobre a situação dos investimentos públicos dos Instituto Nacional de Segurança Social e da Electricidade de Moçambique sobre aquele banco, bem como esclarecimentos sobre o tratamento a dar aos depósitos dos clientes.
Carlos Agostinho do Rosário tranquilizou a todos os depositantes dizendo que “o sistema bancário do país continua a ser um local seguro para depositarmos o nosso dinheiro e efectuarmos, com segurança, as transacções comerciais e financeiras”.
“Os bancos comerciais devem continuar a desempenhar a sua função de garantir a ligação entre os que fazem poupança e os que têm necessidade de recursos para investir”- disse Carlos do Rosário.
Quanto aos depósitos do Nosso Banco, o Primeiro-Ministro sublinhou que os depositantes singulares que não forem contemplados, nesta primeira fase de reembolsos, feito através do Fundo de Garantias de depósito, serão considerados no processo de apuramento da massa falida daquela instituição financeira.
A primeira fase, segundo Carlos Agostinho do Rosário, vai abranger quatro mil e quinhentos depositantes singulares, dos cerca de cinco mil e cem.
O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, garantiu que o governo vai fazer a avaliação, de forma a ver se há possibilidade de se aumentar o limite de vinte mil meticais de reembolso para clientes singulares.
Fonte:RM
Reditado para:Noticias Stop 2016
