
No jogo grande da primeira jornada deste Mundial, Brasil empatou 1-1 com Marrocos e não conseguiu entrar com o pé direito na competição. Saibari abriu as contas na melhor fase de Marrocos, Vinícius Júnior empatou com um golaço.
O jogo foi difícil, como se previa. Apesar de um onze completamente inesperado de Carlo Ancelotti, com muitas novidades, um estádio verde e amarelo viu a equipa de vermelho dominar no arranque. Como se tivesse cinco estrelas ao peito. Mas, afinal, eram os africanos com melhor registo histórico em fases finais de Mundiais. Marrocos controlou a bola - como gosta de fazer -, perante alguma passividade do outro lado. O Brasil, encostado atrás, parecia sentir a estreia. E sentiu da forma mais dura possível: Brahim Díaz encontrou espaço nas costas da defesa para Saibari, que picou por cima de Alisson e abriu o marcador. Nada fazia prever um cenário diferente: o Brasil com muitas dificuldades para sair a jogar e um meio-campo que não conseguia progredir com bola. Só o lance individual podia fazer a diferença. E apareceu. O talento de Vinícius Júnior relançou a partida: Vini assumiu a responsabilidade, puxou da esquerda para o centro e rematou forte para o ângulo da baliza de Bono. O golo deu confiança à equipa e, embora algumas individualidades continuassem a não funcionar, o coletivo passou a portar-se melhor. O meio-campo ajustou-se com a entrada de Fabinho na segunda parte, e Ancelotti voltou ao 4-2-4 com Matheus Cunha e Luiz Henrique. O Brasil teve lampejos de Brasil. Com Matheus Cunha a surgir desde trás e Raphinha a aparecer várias vezes nas costas da defesa. O avançado do Barcelona, no entanto, não conseguiu ser o desequilíbrador ofensivo de que o Brasil precisou.
Fonte:da Redação e da zerozero
Reeditado para:Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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