
Júpiter não é como pensavam: novas leituras do planeta gigante, com dados da sonda Juno, estão a levar os cientistas a rever modelos que aparecem nos livros didáticos. Não é apenas uma bola de hidrogénio e hélio com ventos ferozes: o interior pode ter um núcleo difuso, estendendo-se por camadas profundas onde o hidrogénio se comporta de forma diferente. A atmosfera mostra padrões mais complexos do que as faixas visíveis no céu: ventos que correm ao longo do equador e estruturas que podem penetrar a várias centenas de quilómetros de profundidade. O campo magnético de Júpiter é extremamente potente, sustentado por camadas profundas de hidrogénio metálico que geram uma magnetosfera colossal. Estas descobertas ajudam a compreender como os gigantes gasosos se formaram e evoluíram, e por que é necessário atualizar os livros de ciência à luz de novas evidências. O estudo de Júpiter também ilumina a forma como mundos semelhantes podem ter influenciado luas e o ambiente ao seu redor. Fascinado com os mistérios do nosso planeta? Comente abaixo a sua opinião e registe-se no Portal STOP para explorar mais artigos de ciência!
Fonte: da Redação e Agências de Entretenimento
Reeditado para: Noticias do Stop 2026
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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