Ministro de Obras da Somália é morto em frente à sede do governo

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Abdullahi, de 31 anos, morreu depois que os guardas atiraram contra o carro em que ele entrava no palácio presidencial, pois consideraram que se tratava de um "veículo suspeito".

Ele era era o ministro mais jovem do novo gabinete somali, formado após as históricas eleições presidenciais realizadas no dia 8 de fevereiro deste ano.

O presidente da Somália, Mohamed Abdullahi "Farmajo", anunciou que voltaria de sua viagem para Etiópia para comparecer ao funeral do ministro que acontecerá na capital. "Cancelei minha visita para assistir ao enterro de meu ministro", disse, comovido, o presidente após tomar conhecimento do incidente.

"Farmajo" ordenou a detenção dos responsáveis e quatro dos guardas já foram presos, segundo a imprensa local.

Abdullahi era membro do Parlamento pela cidade de Kismayo, embora tenha crescido no campo de refugiados de Dadaab, no norte do Quênia e muito perto da fronteira com a Somália.

Ele foi o primeiro refugiado que retornou para a Somália e se tornou ministro, se transformando em um símbolo de esperança para os centenas de milhares de refugiados somalis que tiveram que fugir para países vizinhos por conta da violência e falta de alimentação.

Abbas Abdullahi fazia parte do novo governo composto por 25 membros, seis deles mulheres, que tinham como principal desafio a reconstrução de um país devastado pela guerra, terrorismo e a fome.

 

G1-Mundo

Reeditado:Celeste

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