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Qua., Jun.
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Coronavírus assombra mercados internacionais

O coronavírus está a deixar o mundo em alerta vermelho e os mercados internacionais não escapam à tendência, com as principais bolsas mundiais em queda.Wall Street seguiu a tendência, conseguindo ainda assim moderar as perdas. Após uma semana

Mansão Playboy: Daren Metropoulos é filho do magnata C. Dean Metropoulos, cuja fortuna foi avaliada em 2,4 bilhões de dólares

A Mansão Playboy, cenário de festas lendárias organizadas pelo fundador da revista erótica, Hugh Hefner, foi vendida para um empresário americano, filho de um bilionário que comprou a marca de bolos industrializados Twinkie.

Coca-cola: a empresa foi criticada após divulgar um mapa russo sem incluir a Crimeia, península cedida à Ucrânia e reanexada por Moscou em 2014

O gigante norte-americano de bebidas gasosas Coca-Cola foi alvo de duras críticas nesta terça-feira na Rússia e na Ucrânia após divulgar um mapa russo sem incluir a Crimeia, península cedida à Ucrânia e reanexada por Moscou em 2014.

O erro foi corrigido logo depois.

Este grupo empresarial havia publicado uma primeira versão do mapa excluindo a Crimeia em uma mensagem de Ano Novo na a rede social russa VK, mais popular no país do que o Facebook.

No entanto, na terça-feira após a crítica generalizada na Rússia, a Coca-Cola mudou o mapa adicionando a Crimeia e as ilhas Curilas reivindicadas pelo Japão após a sua anexação por Moscou no final da II Guerra Mundial, e Kaliningrado, um enclave russo localizado entre a Polônia e a Lituânia. A empresa também se desculpou no VK.

Mas a raiva se espalhou entre os internautas na Ucrânia, a tal ponto que muitos pediram um boicote à Coca-Cola, que acabou apagando a mensagem de Ano Novo.

"Queridos amigos, obrigada! Obrigada por sua atenção. A publicação foi apagada após tanta indignação", afirmou a filial ucraniana do grupo no Facebook.

As relações entre Kiev e Moscou vivem seu pior momento após a onda pró-Europa na praça do Maidán na capital ucraniana, reprimida a sangre e fogo, provocando a queda do presidente pró-russo Viktor Ianukovich em fevereiro de 2014.

Em março do mesmo ano, a crise entre os dois países piorou após o re-anexação da Crimeia pela Rússia, bem como o conflito armado no estado separatista pró-russo, que causou mais de 9.000 mortes desde abril 2014.

 

Fornecido por: AFP/Arquivos, da AFP.( STOP)

A China espera um crescimento no consumo de energia em 2016, disse nesta terça-feira a Xinhua, agência estatal de notícias do maior consumidor de energia do mundo.

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