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Rússia e Ucrânia acusam-se mutuamente do bombardeamento de uma prisão no leste

Ucrânia
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No 156° dia de guerra na Ucrânia, Moscovo e Kiev acusaram-se hoje mutuamente do bombardeamento de uma prisão que terá causado mais de 40 mortos em território separatista, no leste da Ucrânia. Isto acontece numa altura em que o Presidente ucraniano se deslocou esta sexta-feira para supervisionar um primeiro carregamento de cereais num navio turco no porto de Tchornomorsk, sobre o Mar Negro, uma semana depois de o seu país ter assinado um acordo neste

sentido com a Rússia.


Segundo o exército russo, o bombardeamento contra a prisão de Olenivka, no leste da Ucrânia, terá causado 40 mortos e 75 feridos, as autoridades separatistas pro-russas dando conta, por sua vez, de um balanço de 47 mortos e 53 feridos neste estabelecimento onde os russos mantêm em detenção os prisioneiros de guerra.

Encontram-se lá nomeadamente os membros do batalhão Azov, um regimento ucraniano acusado de ser neonazi que participou na batalha de Mariupol contra as forças russas, 2.500 combatentes acabando contudo por entregar-se em Maio, no final do cerco da cidade.

As forças ucranianas "atiraram contra a prisão onde estão detidos membros do batalhão Azov, com material americano", afirmou o Comité de inquérito, órgão de investigação da Rússia, país cujo ministério da Defesa acusou Kiev de estar por detrás deste acto que qualificou de "escandalosa provocação visando apavorar os soldados ucranianos e dissuadi-los a se entregarem".

Entretanto, Kiev não só desmentiu estas alegações como acusou as forças russas de ter deliberadamente visado a prisão de modo a "acusar a Ucrânia de ter cometido crimes de guerra" e também no intuito de "disfarçar os actos de tortura e execuções de presos que são perpetrados lá".

Ainda no campo militar, pelo menos 5 pessoas morreram e outras 7 ficaram feridas no bombardeamento contra uma paragem de autocarro em Mykolaïv, no sul do país, segundo as autoridades locais. Noutro ponto do país, em Donetsk, no leste, pelo menos 8 pessoas morreram e outras 19 foram feridas em bombardeamentos nestas ultimas 24 horas, segundo a presidência ucraniana dando igualmente conta de pelo menos um morto e 7 feridos na região de Kharkiv, no nordeste.

Na frente económico-política, o Presidente ucraniano deslocou-se esta sexta-feira ao porto de Tchornomorsk, sobre o Mar Negro, para supervisionar um primeiro carregamento de cereais num navio turco, na sequência do acordo assinado no final da semana passada com a Rússia para viabilizar o seu desbloqueamento, depois de meses de espera que provocaram penúrias alimentares nos países mais dependentes da exportação dos cereais dessa região do globo.

O Presidente da Ucrânia que pretende comercializar 20 toneladas de cereais no valor de cerca de 10 mil milhões de Dólares, disse que o seu país está pronto a começar as operações de envio para o exterior, esperando apenas uma "luz verde" de Ancara e da ONU, entidades que garantem o cumprimento do acordo com Moscovo.

 

 

 


Fonte:da Redação e da RFI
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
Outras fontes • AFP, AP, TASS, EBS
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