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Qua., Jun.
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Escreveu-se direito por uma defesa torta

Liga Portuguesa
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Quando muitos pensavam que o Famalicão voltaria às vitórias no campeonato, a defesa cometeu um erro imperdoável e deu a oportunidade a Mario González de resgatar um ponto bem merecido para uma equipa que jogou que quase um hora em inferioridade numérica, mas nunca abdicou de procurar a vitória. Na estreia de Rui Pedro Silva na Liga, os famalicenses ainda viraram o jogo depois da expulsão de Bruno Rodrigues, mas vão passar mais uma jornada em lugar de

descida. Carvalhal e a sua equipa somam um ponto que acaba por ser o mal menor. Um vermelho que veio agitar Quem viu os primeiros 20 minutos da primeira parte terá pensado que seria um jogo facilmente dominado pelo SC Braga, que parecia fazer tudo bem. Os famalicenses tentaram assumir o controlo da posse de bola, mas só a conseguiam trocar entre os dois médios mais recuados e os centrais. Mérito para os arsenalistas, que pressionavam bem e de forma mais recuada, com o conforto de estar na liderança do marcador desde o minuto 13.

Iuri Medeiros foi ao espaço central num movimento bem característico e a bola sobrou, caprichosamente, para Miguel Falé (novamente aposta no onze) que serviu Ricardo Horta no meio da área. Foi na única grande oportunidade, mas de forma justa tal era o domínio arsenalista. Só que tudo mudou aos 25 minutos. Num lance aparentemente inofensivo, Bruno Rodrigues acertou com a sola em Simon Banza e recebeu ordem de expulsão. Toda a ideia de um jogo controlado ficou por aí porque, de forma natural, o Famalicão cresceu e foi à procura do empate, que chegou pouco tempo depois. Ivo Rodrigues levantou da direita e Rúben Lima apareceu no lado contrário para rematar com potência para o fundo da baliza. Depois veio o período de agitação no jogo, com um SC Braga que não abdicava de ir para o ataque com muitos elementos e que ficava exposto às transições. Numa troca de grande ocasiões, Iuri Medeiros e Lucas Mineiro ficaram perto do lado dos Gverreiros e Banza dos famalicenses. Herói improvável O recomeço da partida trouxe o regresso e a imprevisibilidade de Galeno à competição, um mês depois, e foi logo a partir da esquerda que os arsenalistas começaram a tentar chegar com perigo à área adversária.

Com o cansaço a acumular devido ao esforço adicional, o Famalicão foi crescendo, mas apenas em posse de bola, porque as oportunidades eram escassas. A exceção foi um remate de Iván Jaime, que obrigou Matheus a uma defesa esforçada pouco tempo depois do intervalo. Porque nunca abdicou de vencer o jogo, Carvalhal arriscou nas substituições aos 80 minutos, com as entradas de André Horta, Mario González e Roger Fernandes, mas quem marcou foi o Famalicão, praticamente no primeiro lance após a pagarem. Ofori encontrou Ivo Rodrigues que driblou Matheus e fez o 1x2, num lance muito celebrado pelos visitantes, que estariam a pensar no regresso às vitórias mais de dois meses depois. Ainda assim, e olhando para todo o filme do jogo, a derrota seria injusta para o SC Braga, que, apesar da inferioridade numérica, justificou o suficiente para levar pontos. E como o destino tem coisas engraçadas, Mario González, que teria o caminho aberto à titularidade com as baixas de Abel Ruiz e Vitinha e foi preterido por outro jovem, foi o salvador da equipa em cima do minuto 90, num lance em que beneficiou de um erro na defesa famalicense para ficar com a baliza à sua mercê, fazer o empate e dar justiça ao resultado final.

 

 

Fonte:da Redação e da zerozero.pt
Reeditado para:Noticias do Stop 2022
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