AUTOCARROS ENVOLVIDOS NA PREVENÇÃO DA TUBERCULOSE

MAPUTO: AUTOCARROS ENVOLVIDOS NA PREVENÇÃO DA TUBERCULOSE

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Autocarros de transporte público, na cidade de Maputo, estão envolvidos na prevenção da tuberculose, através da difusão de mensagens durante os trajectos.

O início da campanha de prevenção teve lugar no terminal rodoviário do Zimpeto e envolveu os utentes dos autocarros, o Conselho Municipal, Ministério da Saúde, o Fundo de Desenvolvimento de Transportes e Comunicações e a Cooperativa de Transportadores.

Esta campanha, que consiste na colocação de panfletos e escritas nos autocarros, além de intervenção dos activistas, surge como mais uma estratégia adoptada pelo município de Maputo, com vista a combater os inúmeros casos da tuberculose, tanto no seio de adultos, como em crianças.

A tuberculose é uma doença de fácil transmissão através do ar, quando se espirra ou se tosse, sem proteger a boca e o nariz, principalmente nos locais de grande aglomerado populacional ou com fraca ventilação, como são os casos dos terminais rodoviários e transportes de passageiros.

Conforme destacou o presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, embora a tuberculose represente uma condição de saúde séria, esta doença tem cura e o seu tratamento é gratuito em todas as unidades sanitárias.

Simango referiu que os utentes dos autocarros “passarão a ser informados sobre as medidas de prevenção da tuberculose, como por exemplo manter as janelas abertas e, ao tossir, usar a etiqueta da tosse, que consiste em cobrir a boca e o nariz com o braço”.

Dados levantados dão conta que até Setembro de 2016, no município de Maputo, foram diagnosticados 6546 pacientes com tuberculose, estando em tratamento através da administração da primeira linha de medicamentos. 

A mesma informação indica que um total de 110 doentes apresentou resistência ao tratamento inicial.

Entretanto, nota negativa vai para o facto de vários pacientes abandonarem o tratamento quando se sentem relativamente melhores, facto agravado pela obrigatoriedade de cumprir um período longo de tratamento, seis meses, conforme foi avançado nos dados.

Este ano, já foram registados 234 abandonos ao tratamento e 449 óbitos devido à doença.

 

 

 

 

Fonte:RM

Reditado para:Noticias Stop 2016

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