SOCIEDADE CIVIL MARCHA EM PROL DA PAZ

e acordo com a mesma fonte, a solução para este conflito passa pelo diálogo entre as partes envolvidas

Maputo
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Organizações da Sociedade Civil marcharam, esta quarta-feira na cidade de Maputo, em repúdio à instabilidade político-militar caracterizada por ataques dos homens armados da Renamo contra pessoas e bens, em algumas regiões de Moçambique.

 

A marcha, que teve como ponto de partida a estátua de Eduardo Mondlane com destino à Praça da Paz, foi liderada por membros das várias confissões religiosas com o objectivo de apelar `a tolerância, paz e convivência mútua.

“Somos uma confissão religiosa e estamos aqui a pedir que todos convivamos em paz, precisamos de desenvolver com tranquilidade. Paremos de ceifar vidas humanas, queremos que aquele homem que vive no mato saia e venha conviver pacificamente com os seus irmãos', disse Edgar Muxanga, na qualidade de religioso.

Ele referia-se ao líder da Renamo, Afonso Dhlakama, que se encontra escondido nas matas da serra de Gorongosa, há meses, de onde se acredita que partem as ordens para que os homens armados daquele antigo movimento de resistência desestabilizem o país.

Francisco Matsinhe, outro participante, disse estar agastado com os ataques a pessoas e bens que estão sendo perpetrados ao longo da Estrada Nacional Número Um (EN1), afirmando que só servem para gerar luto e retrocesso no desenvolvimento das famílias e da própria economia nacional.

De acordo com a mesma fonte, a solução para este conflito passa pelo diálogo entre as partes envolvidas, nomeadamente o governo e a Renamo.

Na ocasião, os participantes da marcha oraram pela concórdia e entendimento em Moçambique e pela rápida restituição da harmonia e tolerância.

 

 

 

 

 

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