Vedação da lixeira em reconstrução

A segunda visa a contratação de uma firma para gerir transitoriamente a lixeira enquanto se constrói o aterro sanitário de Matlemele.

Maputo
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ESTÁ em curso a reconstrução do muro de vedação da lixeira de Hulene, na cidade de Maputo, depois de ter desabado três vezes devido à pressão exercida pelos resíduos sólidos que são depositados naquele local.

As obras iniciaram há dias, depois que as autoridades municipais rescindiram o contrato com a Millennium Construções, empreiteira encarregue de construir o muro, por sucessivos incumprimentos dos prazos de execução.

Os trabalhos de reconstrução do muro de vedação estão a decorrer normalmente, estando neste momento numa fase avançada, situação que pode minimizar o problema do lixo que invadia o prolongamento da Avenida Julius Nyerere, inviabilizando a normal circulação de viaturas e de peões.

Com efeito, as obras deveriam ter sido entregues inicialmente em Maio do ano passado, prazo que não foi cumprido pelo empreiteiro. Esta é a razão que ditou a rescisão do contrato com a construtora e, consequentemente, a adjudicação dos trabalhos a uma outra empresa.

A falta do muro de vedação constituía uma preocupação para as famílias que vivem nas imediações da lixeira, alegadamente porque esta já não oferece mais condições de segurança à zona. Munícipes relatam a utilização do espaço pelos malfeitores como centro de refúgio depois das suas incursões criminais.

Segundo fontes da edilidade, a vedação da lixeira é uma medida necessária mas transitória, uma vez que se aguarda por uma solução definitiva, inserida no projecto de encerramento daquela lixeira, que foi objecto de concurso público internacional.

O concurso público internacional com vista ao encerramento da lixeira de Hulene prevê três fases para o efeito.

A primeira consiste na identificação de uma entidade que se vai responsabilizar pelo encerramento, o que inclui a vedação do espaço e criação de mecanismos para evitar a contínua poluição do meio pelos resíduos sólidos.

A segunda visa a contratação de uma firma para gerir transitoriamente a lixeira enquanto se constrói o aterro sanitário de Matlemele.

Após este processo dever-se-á seleccionar a organização que explorará comercialmente todos os recursos gerados no local, incluindo o gás que se acredita seja possível produzir a partir do lixo.

 

 

 

 

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