30
Sáb., maio
0 New Articles

BNA contra disparidade de preços dos produtos

BNA contra disparidade de preços dos produtos

Economia
Typography
  • TPL_TYPO_TOOL_SMALLER TPL_TYPO_TOOL_SMALL TPL_TYPO_TOOL_MEDIUM TPL_TYPO_TOOL_BIG TPL_TYPO_TOOL_BIGGER
  • TPL_TYPO_TOOL_DEFAULT TPL_TYPO_TOOL_HELVERICA TPL_TYPO_TOOL_SEGOE TPL_TYPO_TOOL_GEORGIA TPL_TYPO_TOOL_TIMES

O governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, considerou, ontem, num encontro com grandes importadores, de “abismal” a diferença de preços entre os produtos que são adquiridos no exterior e os de produção nacional.


“Há produtos,em que temos dificuldades em aceitar as variações inaceitáveis”, sublinhou o governador, depois de ouvir dos grandes importadores, preocupações como a demora no licenciamento das operações, a “competição”do mercado informal, taxas e multas cobradas pela AGT, a flutuação do kwanza, registada em 2019, cartas de crédito e outras matérias.

José Massano referiu que há produtos em que a diferença chega a três ou quatro vezes o preço praticado no mercado externo, algo que disse não se justificar, tendo em conta os efeitos positivos das medidas de natureza macroeconómica, que permitem já maior disponibilidade de divisas no mercado.“Para o actual contexto não se pode falar em dificuldades de divisas, como de-monstram as variações da taxa de câmbio que tendem a ser cada vez menores”.

A pergunta sobre a alegada morosidade na abertura de cartas de crédito, o líder do Banco Central indicou dois cenários: “Um banco que leva trinta dias, para a abertura de uma carta de crédito ou para análise de compliance, pode indiciar apresentação de suporte documental de natureza suspeita, obrigando a investigação vigorar sobre a operação que se pretende realizar ou então estarão a lidar com o Banco Comercial errado.

O governador incentivou os importadores ao utilizarem os canais disponíveis para reclamações sempre que registarem anomalias no tratamento das suas operações. No final, o governador BNA defendeu que alguns factores apontados pelos importadores, por si só, não podem justificar a subida permanente de preços e apelou o bom senso dos importadores no exercício das suas actividades comerciais, por forma a contribuírem no bem-estar económico e social da população.

 


Fonte:da Redação e da angonoticias.com
Reeditado para:Noticias do Stop 2020
Receba diariamente o STOP em seu WhatsApp
Envie um WhatsApp para +258 827606348 para receber notícias diariamente em seu celular
Fotografias:Getty Images/Reuters/EFE/AFP/Estadão