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Hong Kong tem segunda manifestação contra Trump em uma semana

Cerca de 200 pessoas convocadas pela Aliança Internacional de Migrantes de Hong Kong voltaram neste domingo às ruas da ilha para protestar contra Trump

Asia Setentrional e Central
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Cerca de 200 pessoas convocadas pela Aliança Internacional de Migrantes de Hong Kong voltaram neste domingo às ruas da ilha para se manifestar contra a ordem executiva do presidente Donald Trump de vetar a entrada nos EUA de cidadãos de sete países

de maioria muçulmana e refugiados.

Os manifestantes percorreram várias ruas da ilha até a porta do Consulado dos Estados Unidos para protestar contra a medida migratória de Trump, que foi revogada neste fim de semana por um juiz desse país.

A maioria dos integrantes do protesto era formada por mulheres de origem indonésia, que residem no país com um visto especial para trabalhar como empregadas domésticas e que utilizaram a manhã de seu único dia livre semanal para participar da manifestação.

A ilha conta com uma comunidade de cerca de 340 mil trabalhadores domésticos, em sua maioria mulheres, sendo que quase a metade é procedente da Indonésia e cujas condições foram duramente criticadas por sindicatos, pois têm um salário mínimo de US$ 500 mensais, são obrigados a residir em casa das famílias que os empregam e seu visto não os permite ter acesso à residência permanente.

Em comunicado, a ativista, representante deste coletivo, e organizadora do protesto Eni Lestari qualificou a ordem de “racista, anti-imigrante e anti-refugiados”.

“Com suas políticas e ordens, a presidência de Trump representa uma ameaça para a solidariedade, o entendimento racial e a justiça que muitos de nós defendemos e promovemos. Não permitiremos que isto ocorra”, afirmou Lestari.

Trata-se do segundo protesto realizado em Hong Kong contra a política migratória de Trump desde que tomou posse do cargo em 20 de janeiro.

A anterior manifestação foi realizada na quarta-feira, no dia 1 de fevereiro, e atraiu uma centena de pessoas, entre eles, políticos, ativistas e representantes de grupos religiosos de Hong Kong.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:EFE

Reditado para:Noticias do Stop 2017

Fotografias:Getty Images/Reuters/EFE/AFP